Padre Valdir Piatti sofre AVC isquêmico

Pe ValdirO Padre Valdir Piatti, SVD, vigário da Paróquia do Verbo Divino há dois anos, sofreu um AVC isquêmico no sábado, dia 30 de julho. O padre, de 62 anos, apresenta uma artéria obstruída e está internado na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital Santa Helena, na Asa Norte, em Brasília – DF.

Saiba mais sobre o Pe. Valdir Piatti, SVD

A expectativa é de que o padre continue internado de 10 a 15 dias, em observação, para que os médicos façam exames e avaliem a necessidade ou não de uma intervenção.

Desde o sábado, os participantes das pastorais, ministérios e movimentos da paróquia vêm se comunicando e organizando orações individuais e coletivas na intenção da saúde do vigário. A corrente de orações tem sido reforçada diariamente durante a Sagrada Missa.

Informações atualizadas sobre o estado de saúde do Padre Valdir podem ser obtidas na Secretaria da Paróquia do Verbo Divino, em horário comercial. As visitas a ele são restritas e estão sendo agendadas também na Secretaria.

Inscrição Online para Visita Pastoral Missionária

tripticoO Arcebispo da Arquidiocese de Brasília, Dom Sergio da Rocha, deu início, em 25 de fevereiro deste ano, às Visitas  Pastorais Missionárias às paróquias de nossa cidade. A ação faz parte do cumprimento do que está estabelecido no Cânon, em que o “Bispo deve visitar cada ano a diocese, total ou parcialmente, de modo que visite a diocese toda ao menos cada cinco anos (Cânon 396,1)”.

O objetivo é que o epíscopo conheça, de forma direta, a realidade da Arquidiocese, para, assim, melhor servi-la, animando a missão evangelizadora, apoiando e orientando as atividades desenvolvidas no âmbito da administração e da pastoral. Durante os dias de visitas, o Arcebispo desenvolverá diversas atividades internas e externas,  como: visita a famílias e às casas religiosas; encontros com grupos, pastorais e comunidades paroquiais; atendimento de confissões; aconselhamentos; visitas aos doentes e idosos; visita aos hospitais; e Celebrações Eucarísticas.

Fonte: http://catedral.org.br/dom-sergio-da-rocha-da-inicio-as-visitas-pastorais-missionarias-de-2016.html

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Mais de 100 paroquianos participaram da Peregrinação à Catedral

IMG_20160724_095137Foi realizada com muito sucesso neste domingo, 24 de julho, a peregrinação da Paróquia do Verbo Divino à Porta Santa da Misericórdia na Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, em Brasília. Mais de 100 paroquianos se envolveram nesse momento de fé, em uma caminhada de cinco quilômetros.

Veja aqui as fotos da peregrinação

Veja aqui o Vídeo da peregrinação

Juntos pelo caminho, os paroquianos, acompanhados do Padre Denzil Crasta, pvd, fizeram a oração do Terço, do Terço da Misericórdia e entoaram cânticos. Ao peregrinarem e passarem pela Porta Santa, neste Ano Santo da Misericórdia, os paroquianos alcançaram a indulgência de suas faltas, uma graça poderosíssima.

Uma vez na Catedral, a comunidade do Verbo Divino participou ativamente da liturgia da Missa de 10h30, inclusive com homilia celebrada pelo Padre Denzil. O Ministério de Música do Verbo Divino apresentou os cânticos e os Ministros da Palavra e da Eucaristia tiveram papel fundamental, assim como os Coroinhas e Pastorinhas.

Também peregrinaram à Catedral, em outra caravana, paroquianos da Igreja de Nossa Senhora da Conceição, em Taguatinga. Foi uma manhã de domingo de muita paz e felicidade para todos os participantes.

 

Visita Pastoral Missionária

VPMO Arcebispo da Arquidiocese de Brasília, Dom Sergio da Rocha, deu início, em 25 de fevereiro deste ano, às Visitas  Pastorais Missionárias às paróquias de nossa cidade. A ação faz parte do cumprimento do que está estabelecido no Cânon, em que o “Bispo deve visitar cada ano a diocese, total ou parcialmente, de modo que visite a diocese toda ao menos cada cinco anos (Cânon 396,1)”.

O objetivo é que o epíscopo conheça, de forma direta, a realidade da Arquidiocese, para, assim, melhor servi-la, animando a missão evangelizadora, apoiando e orientando as atividades desenvolvidas no âmbito da administração e da pastoral. Durante os dias de visitas, o Arcebispo desenvolverá diversas atividades internas e externas,  como: visita a famílias e às casas religiosas; encontros com grupos, pastorais e comunidades paroquiais; atendimento de
confissões; aconselhamentos; visitas aos doentes e idosos; visita aos hospitais; e Celebrações Eucarísticas.

Fonte: http://catedral.org.br/dom-sergio-da-rocha-da-inicio-as-visitas-pastorais-missionarias-de-2016.html

 

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Dia 2 de julho – Descida dos mastros dos Santos: São Pedro, São João e Santo Antônio com missa campal e barraquinhas na Paróquia do Verbo Divino

As festas juninas tiveram origem na idade média, na celebração dos chamados Santos Populares: Santo Antônio, São João e São Pedro.

Têm início no dia 13 de junho, dia de Santo Antônio, seguido por São João Batista, homenageado no dia 24 e finalizando no dia 29, que é dedicado a São Pedro.

Entre os costumes católicos, essa festa é marcada pelo levantamento de três bandeiras sobre os mastros, cada uma com a figura de um dos santos juninos: Santo Antônio é representado como um homem de meia-idade que segura o menino Jesus nos braços; São João é uma criança de cabelos encaracolados que tem um carneirinho no colo, simbolizando Jesus Cristo, apontado por São João Batista como o verdadeiro Cordeiro de Deus; São Pedro aparece na bandeira como uma pessoa idosa que tem nas mãos as chaves do céu.

São João era primo de segundo grau de Jesus, ficou conhecido como “Batista”, porque pregava um batismo de arrependimento para remissão dos pecados. Santo Antônio chamava-se Fernando de Bulhões e mudou seu nome quando ingressou na Ordem Franciscana. É o padroeiro dos pobres e conhecido como santo casamenteiro. São Pedro, pescador e apóstolo de Jesus, é conhecido como o santo dos pescadores e das viúvas, guardião das chuvas e porteiro do céu.

No dia de São Pedro, simbolicamente se “rouba” o mastro para marcar o fim das festas juninas.

Assim, no DIA 2 DE JULHO, sábado, para finalizar esse alegre e importante tempo festivo e realizar a descida dos mastros dos Santos Padroeiros da festa, em nossa Paróquia do Verbo Divino, será realizada uma missa campal, às 18 horas, seguida de pequena festa com barraquinhas de canjica, milho, pamonha, churrasquinho, galinhada, batata frita, arroz carreteiro, cachorro quente, bebidas e pescaria, para animar as nossas crianças.

Compareçam e prestigiem esse evento de confraternização e homenagem a esses santos tão importantes em nossa religião católica.

 

E viva Santo Antônio, São João e São Pedro!

Veja as fotos da Festa Junina!

O primeiro dia do Arraiá do Verbo Divino 2016 foi um sucesso! Veja as fotos em nossa galeria.

Nossos paroquianos se divertiram muito ao som do forró, com o melhor da culinária típica das festas juninas.

Pela primeira vez, foi feito o hasteamento dos estandartes de Santo Antônio, São João Batista e São Pedro, padroeiros da festa.

A quadrilha do grupo Forrozeiros do Verbo Divino encantou a todos com coreografias perfeitas, roupas coloridas e a alegria de seus componentes.

Participe da festa neste sábado, a partir das 19h, e junte-se a nós nesse grande momento de confraternização!

 

O Diziminho do Amor é implantado entre as crianças e jovens da Catequese

Oração Dízimo Mirim

DIZIMINHO DO AMOR

Faz-se necessário despertar nas crianças e adolescentes a consciência da devolução amorosa do Dízimo para, posteriormente, não precisar conscientizar os adultos.

“Dê cada um conforme o impulso do seu coração, sem tristeza nem constrangimento. Deus ama o que dá com alegria.” (2Cor 9,7)

Assim, nosso Pároco, Pe Denzil, juntamente com nosso Vigário, Pe. Valdir, acolheram essa missão e vêm implantando com grande carinho no “ministério” da catequese o Projeto Diziminho do Amor – que é a participação dos catequizandos nesta Igreja VIVA, plena e atuante em todo ciclo de nossas vidas.

O Objetivo desse projeto é despertar as crianças e adolescentes para a prática do dízimo na Igreja, bem como a manutenção da pastoral da catequese, adquirindo todos os materiais necessários para as crianças, adolescentes e jovens. Consiste em ensinar os catequizandos e suas famílias o significado e a finalidade do dízimo na vida da Igreja. A participação não é obrigatória. Por isso o nome do projeto é Diziminho do Amor.

O Valor arrecadado é revertido em melhorias diretas na pastoral da catequese.

Pelo dízimo de seus fiéis mirins, a paróquia consegue investir na formação permanente de seus catequistas.

O catequista desde cedo nos anima e convida para que todos sejamos Igreja… não Igreja de pedra, mas Igreja Viva, participativa, pulsante…

Como funciona?

Nos terceiros sábados e domingos de cada mês os catequizandos apresentam no altar, no momento do ofertório, os envelopes confeccionados especialmente para esse fim, contendo o valor de sua devolução à Deus de um pouco do muito que recebe de Suas mãos amorosas.

É fundamental o envolvimento dos pais neste projeto. Motive seus filhos. Não importa o valor. O mais importante é o gesto concreto de amor a Deus, à Igreja, à Catequese e aos irmãos.

São Tiago já nos afirmava:

Mas alguém dirá: Tu tens fé, e eu tenho obras. Mostra-me a tua fé sem obras e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras. (Tg 2,18)

“Vês como a fé cooperava com as suas obras e era completada por elas.” (Tg 2,22)

“Vedes como o homem é justificado pelas obras e não somente pela fé?” (Tg 2,24)

Queremos que todos nós, paroquianos, assumamos esse SER Igreja – ativo e participativo em nossa comunidade.

Venha ser dizimista você também!

Confira aqui as fotos que retratam a beleza desse gesto de amor e doação das crianças de nossa catequese!

Corpus Christi

ImageProxy.mvcA origem da festa de Corpus Christi

História: A Festa de Corpus Christi foi instituída pelo Papa Urbano IV com a Bula “Transiturus” de 11 de agosto de 1264, para ser celebrada na quinta-feira após a Festa da Santíssima Trindade, que acontece no domingo depois de Pentecostes.
O Papa Urbano IV foi o cônego Tiago Pantaleão de Troyes, arcediago do Cabido Diocesano de Liège na Bélgica, que recebeu o segredo das visões da freira agostiniana, Juliana de Mont Cornillon, as quais exigiam uma festa da Eucaristia no Ano Litúrgico.
Juliana nasceu em Liège em 1192 e participava da paróquia Saint Martin. Com 14 anos, em 1206, entrou para o convento das agostinianas em Mont Cornillon, na periferia de Liège. Com 17 anos, em 1209, começou a ter ‘visões’, exigindo da Igreja uma festa anual para agradecer o sacramento da Eucaristia. Com 38 anos, em 1230, confidenciou esse segredo ao arcediago de Liège, que 31 anos depois, por três anos, se tornaria o Papa Urbano IV (1261-1264), tornando mundial a Festa de Corpus Christi, pouco antes de morrer.

A “Fête Dieu” começou na paróquia de Saint Martin em Liège, em 1230, com autorização do arcediago para procissão Eucarística só dentro da igreja, a fim de proclamar a gratidão a Deus pelo benefício da Eucaristia. Em 1247, aconteceu a primeira Procissão Eucarística pelas ruas de Liège, já como festa da diocese. Depois se tornou festa nacional na Bélgica. A festa mundial de Corpus Christi foi decretada em 1264, 6 anos após a morte de irmã Juliana em 1258, com 66 anos.

Santa Juliana de Mont Cornillon foi canonizada em 1599 pelo Papa Clemente VIII.

Celebração: O decreto do Papa Urbano IV teve pouca repercussão, porque ele morreu em seguida. Mas se propagou por algumas igrejas, como na diocese de Colônia na Alemanha, onde Corpus Christi é celebrada antes de 1270. O ofício divino, seus hinos, a sequência ‘Lauda Sion Salvatorem‘ são de Santo Tomás de Aquino (1223-1274), que estudou em Colônia com Santo Alberto Magno. Essa festa [Corpus Christi] tomou seu caráter universal definitivo, 50 anos depois de Urbano IV, a partir do século XIV, quando o Papa Clemente V, em 1313, confirmou a Bula de Urbano IV nas Constituições Clementinas do Corpus Júris, tornando a Festa da Eucaristia um dever canônico mundial.

Em 1317, o Papa João XXII publicou esse Corpus Júris com o dever de levar a Eucaristia em procissão pelas vias públicas. O Concílio de Trento (1545-1563), por causa dos protestantes, da Reforma de Lutero, dos que negavam a presença real de Cristo na Eucaristia, fortaleceu o decreto da instituição da Festa de Corpus Christi, obrigando o clero a realizar a Procissão Eucarística pelas ruas da cidade, como ação de graças pelo dom supremo da Eucaristia e como manifestação pública da fé na presença real de Cristo na Eucaristia.

Em 1983, o novo Código de Direito Canônico – cânon 944 – mantém a obrigação de se manifestar “o testemunho público de veneração para com a Santíssima Eucaristia” e “onde for possível, haja procissão pelas vias públicas”, mas os bispos escolham a melhor maneira de fazer isso, garantindo a participação do povo e a dignidade da manifestação.

Sacramento: A Eucaristia é um dos sete sacramentos e foi instituído na Última Ceia, quando Jesus disse: “Este é o meu corpo…isto é o meu sangue… fazei isto em memória de mim”. Porque a Eucaristia foi celebrada pela primeira vez na Quinta-Feira Santa, Corpus Christi se celebra sempre numa quinta-feira após o domingo depois de Pentecostes.
Na véspera da Sexta-Feira Santa, a morte na cruz impede uma festa solene e digna de gratidão e doutrinação. Porque a Última Ceia está no Novo Testamento, os evangélicos lhe têm grande consideração, mas com interpretação diferente.

Para os luteranos e metodistas, a Eucaristia é sacramento, mas Cristo está presente no pão e no vinho apenas durante a celebração, como permanência e não transubstanciação. Outras igrejas cristãs celebram a Ceia como lembrança, memorial, rememoração, sinal, mas não reconhecem a presença real de Cristo nela. Mas alguma coisa existe em comum que, por intermédio da Eucaristia, une algumas Igrejas cristãs na Eucaristia, ensina o Concílio Vaticano II, no decreto “Unitatis Redintegratio“.

A Eucaristia é também celebração do amor e união, da comum-união com Cristo e com os irmãos.
Ela [Eucaristia], que é a renovação do sacrifício de Cristo na cruz, significa também reunião em torno da mesa, da vida e da unidade para repartir o pão e o amor. E é o centro da vida dos cristãos: “Eu sou o Pão da Vida, que desceu do céu para a vida do mundo, por meio da vida de comum-união dos cristãos”.

Ornamentação: A decoração das ruas para a Procissão de Corpus Christi é uma herança de Portugal e tradição brasileira. Muitas cidades enfeitam suas ruas centrais com quilômetros de tapetes, feitos de serragem colorida, areia, tampinhas de garrafa, cascas de ovos, pó de café, farinha, flores, roupas e outros ingredientes.

(*)Exerceu o ministério por 7 anos na Arquidiocese de Botucatu (63/69), por 14 anos na Diocese de Apucarana (69/83) e por 8 anos na CNBB de Brasília. A partir de 1991 integrou a Arquidiocese de São Paulo, como Vigário Episcopal de Comunicação. É autor do livro “Como Falar com os Meios de Comunicação da Igreja”. Faleceu no dia 11/10/2001. 

Origem do texto:

http://formacao.cancaonova.com/diversos/a-origem-da-festa-de-corpus-christi/

Formação: Pastoral da Acolhida

AcontecMaterial formaçãoeu hoje, 15 de maio, a formação sobre a Pastoral da Acolhida, ministrada pelo Padre José Carlos Pereira.

A convite do Conselho Pastoral Paroquial – CPP,  esse evento foi aberto à comunidade do Verbo Divino e contou com a presença de representantes de outras paróquias que compõem o Setor III.

Organizado pelo Grupo de Trabalho para Formação e pelo Conselho Administrativo e Econômico Paroquial – CAEP, com o apoio das Irmãs Paulinas, sempre presentes em nossa comunidade, a palestra abordou os passos: Organizar, Formar, Realizar e Celebrar, constantes do livro Pastoral da Acolhida – Guia de implantação, formação e atuação dos agentes – de autoria do palestrante que, dentre outros, é padre Passionista, teólogo pastoralista, com doutorado em Sociologia e autor de mais de 45 livros, em diversas áreas.

Confira as fotos: http://paroquiadoverbodivino.com.br/multimidia/fotos/formacao-pastoral-da-acolhida/

O tema do acolhimento tem surgido como preocupação da Igreja do Brasil, que tem afirmado ser necessário acolher com simpatia todo aquele que a procura, principalmente os jovens e as pessoas que querem o Batismo (cf. Doc. 71, n. 34).

“Quem vos recebe, a mim recebe. E quem me recebe, recebe aquele que me enviou.” (Mt 10,40)