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Festa Junina 2019: muita animação, comilança e fé

Eitcha!!! O fim de semana foi “bão dimais” na Paróquia do Verbo Divino. A Festa Junina reuniu um povo animado que só! Teve forró, vanerão e muita quadrilha! A molecada brincou na pescaria, pula-pula, cama elástica… Tudo ao lado das barraquinhas de gostosuras juninas: tinha canjica, bolo, quentão, arroz carreteiro, churrasquinho, milho de todos os jeitos, cachorro-quente, pastel e um monte de outras coisas que a comunidade preparou com muito carinho e atenção!

Antes de começar a festança, o pároco, padre Denzil Crasta celebrou uma Missa com a entrada das imagens dos santos juninos: São Pedro, São João e Santo Antônio. Do lado de fora, elas foram hasteadas para que a festa corresse sob a proteção de todos eles. Jesus Eucarístico também estava por ali. Numa tenda mais afastada, dentro do Centro Pastoral, o Santíssimo Sacramento ficou exposto durante toda a festa para quem quisesse dar  uma palavrinha com Cristo! Pense num silêncio “bão” para fazer uma prece!

A música ficou com o vozerão da Márcia Ayalla e o Vilmar nos teclados. Entre os momentos mais esperados estavam as apresentações dos Forrozeiros do Verbo Divino. Uma multidão esperou pela a quadrilha que este ano falou de amor com muita animação! Eles puxaram até a plateia para dançar um “cadinho”. A surpresa, na sexta-feira, foi a homenagem prestada ao coordenador da Pastoral das Artes, Reginaldo Maia, falecido este ano. No sábado, o tributo foi à mãe de todos nós: Nossa Senhora.

A alegria e a graça reinaram na festa dos santos juninos, como tem que ser! Viva São Pedro, viva São João, viva Santo Antônio! E viva o Verbo Divino!

VEJA TODAS AS FOTOS DE UMA DAS MAIORES FESTAS JUNINAS DE BRASÍLIA.

Dom Marcony na semana das famílias

“Para o mundo, a família é uma instituição falida: casa-se sem querer ter filhos e sem consciência da indissolubilidade do matrimônio. O mundo vê a família com egoísmo. Cada um a quer a seu modo, gerando dor, divisão e tristeza”. Com esse choque de realidade Dom Marcony marcou cada ponto de fragilidade nas famílias de hoje e ensinou como é possível mudar isso.

O bispo explicou que Deus pensou a família como unidade de amor. Ela é uma entrega pelo outro, sem sentimentalismos vagos e carências de atenção. E o amor, segundo ele, começa na fonte, que é Deus. O amor de Deus é dar e não sugar, é dar o primeiro passo e não apenas cobrar. A vocação da família é o amor e ele deve ser vivido na doação da vida pelo outro, no sacrifício que faço por ele: “Família deve ser imagem de Deus. É Ele quem abençoa e torna fecunda a família”.Dom Marcony

Algumas ameaças rondam as famílias, como o espírito da discórdia e da infidelidade. Tentações sempre vão aparecer, mas é preciso ter paciência e saber perdoar. “O casamento se faz primeiramente com Deus. Quando não sou fiel à minha esposa ou a meu marido, não estou sendo fiel a Deus há muito tempo”, esclareceu Dom Marcony.

Também são ameaças o pensamento dos jovens de que a família é apenas uma possibilidade e não uma certeza, a falta de conhecimento sobre o ser do outro com quem se namora (perdemos ao não sermos verdadeiros, abrindo nosso coração àquele/àquela que queremos como esposo/esposa) e a incapacidade da entrega (sendo capaz de manter uma relação sexual, mas incapaz de mostrar minha alma).

Para modificar nossa realidade, o bispo explicou que é preciso assumir nossos limites e pedir a força de Deus para que nós possamos mudar. Afinal, ninguém é obrigado a aguentar ninguém! Muitas vezes podemos mudar, mas não queremos porque achamos que estaremos perdendo algo de nossas vidas. Lembremos, então, do que Jesus ensinou: “quem perde a sua vida por causa de mim vai salvá-la” (Mc 8,35). Por exemplo, ter ciúme não é amar, mas querer possuir o outro. “Quem vigia não tem confiança. É preciso confiar muito vendo e muito mais não vendo. Quando existe confiança não existe mentira”, afirmou o bispo.

As famílias perderam a noção do sagrado. Antigamente, os pais ensinavam que se devia tirar o chapéu para rezar, que não se devia discutir à mesa, que era necessário fazer silêncio na Igreja porque era a casa de Deus. A roupa de missa era a mais nova e bonita. Hoje em dia, as pessoas vão à missa ‘sem roupa’!

“Desfez-se o sagrado, a casa ficou dividida, cada um em seu canto. Homem e mulher trazem em si o egoísmo, a busca pelo prazer próprio e o fechamento ao outro. Dessa forma não se ama, mas usa-se o outro”, disse ele. E enfatizou ainda que ter liberdade não é fazer o que queremos, matrimônio não é festa, é cruz, parte da cruz de Cristo, como afirma Paulo na carta aos Efésios (5,25) “Maridos, amai as vossas mulheres, como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela”. Portanto, “amar é dar a vida”.

Homem e mulher se complementam. Por isso, Paulo diz que o amor não passará. Ele é eterno, infinito. Não se deve usar o outro da mesma forma que se consome um bagaço de laranja e depois joga fora. O casal e a família devem crescer no amor a Deus e no amor de um para com o outro. “Uma só carne não é só no leito nupcial, mas uma só alma, um só pensamento, um só agir, sempre com o outro, numa consciência de unidade, carinho, atenção, escuta, sofrimento e dor. A experiência do amor faz os dois crescerem juntos”, disse Dom Marcony.

Casamento é perda, é cruz, é abrir mão da vida de solteiro para tornar o outro feliz. A mentalidade de hoje é a de se evitar o sofrimento, passamos a educar os filhos para uma vida de acomodação. Esquece-se de ensinar o sofrimento. Por isso tem tanta gente se suicidando ao se confrontar com o primeiro obstáculo que encontra na vida. “Crescemos e amadurecemos exatamente nos momentos de dor e sofrimento”, frisou o bispo.

Dom MarconyDom Marcony também explicou que os pais devem ensinar o respeito à sua autoridade, porque eles têm a graça, o dom de abençoar, já que receberam o sacramento do matrimônio. Ao mesmo tempo, os pais precisam ajudar os filhos nas escolhas entre o que é descartável e passageiro e o que é necessário para a vida e a vocação profissional deles.

Em suma, é preciso ouvir Deus na relação familiar, falar com Ele e ver como Deus vê, abrindo mão de tudo pela família, sendo sincero e abrindo o coração ao esposo, à esposa e aos filhos. “A família deve ter Deus por princípio, deve ser a habitação de Deus. Não troquem a família de vocês por nada nesse mundo. Não vale a pena. É ali que você é amado como é. Amém e deem a vida pela família de vocês!”, encerrou o bispo.

 

 

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A nova lei de Jesus é o Espírito Santo

Chegou o Pentecostes! A grande festa da vinda do Espírito Santo sobre os apóstolos! E trouxe para a comunidade cerca de 30 crismandos que foram apresentados. Jovens que querem confirmar as promessas de seu bastismo e adentrar na vida adulta da fé. E o Pe. Denzil já fez o convite: “Vejam o serviço que vocês podem fazer na comunidade, procurem as pastorais e movimentos, grupos jovens e ajudem na unidade desta comunidade e da Igreja como um todo. Afinal, há diversidade de dons, mas um mesmo Espírito”.Missa de Pentecostes
Com a paróquia toda ornamentada especialmente para esta festa de Pentecostes, a Missa foi animada, com palmas, gestos e a participação dos crismandos em vários momentos, como no ofertório e na apresentação dos sete dons do Espírito: ciência, sabedoria, temor a Deus, fortaleza, inteligência, conselho e piedade. “E além dos dons, o Espírito Santo ainda traz os doze frutos e fica como dever de casa a leitura de Gálatas 5 para saber quais são”, disse o padre.
Mas aqui no site já da para adiantar, né!? Os doze frutos são: caridade, alegria, paz, paciência, longanimidade, bondade, benignidade, mansidão, fidelidade, modéstia, continência e castidade e espírito de amor e intercessão de Maria.Missa de Pentecostes
Pe. Denzil pediu que os fiéis não fechem os corações e a vida à ação do Espírito, porque ele é quem dobra o que é duro e aquece o que é frio, como foi rezado na sequência. “Foram-nos apresentados dois momentos da presença do Espírito hoje. O primeiro quando próprio Jesus sopra sobre os apóstolos, que é o sopro da vida, o mesmo que Deus soprou sobre o homem em Gênesis. E o outro 50 dias após a Páscoa, quando, na tradição judaica, se celebrava o recebimento da lei de Deus por Moisés no Monte Sinai. A vinda do Espírito Santo, portanto, é a nova lei de Deus”, explicou.

Dom Marcony explica que, para seguir a moral cristã, é preciso imitar Jesus.

Formação com Dom Marcony

A partir da leitura de Colossenses, 3, 1-10, D. Marcony Vinícius Ferreira explicou que ética é uma conduta, um modo de agir por princípios, respeitando o outro como ser humano. “Já a moral é o nosso jeito de ser, o reconhecimento de que o outro é digno de respeito. Daí vem a ideia dos Direitos Humanos, em que por mais errada que a pessoa esteja, ela ainda é um ser humano e merece ser tratada como tal. A frase ‘esse aí não tem mais jeito’ não deve ser usada pelos cristãos”, salienta o bispo.

Entender a moral cristã é ainda mais profundo, pois ela é a imitação das atitudes de Cristo. Disse o bispo: “Paulo, em Filipenses 2,5, diz que devemos ter os mesmos sentimentos de Jesus e Pe. Zezinho simplifica esse ensinamento na canção: ‘amar como Jesus amor, sonhar o que Jesus sonhou!”.

Para aprender a colocar todos esses conceitos em prática, D. Marcony destacou três aspectos que o cristão deve observar em seus atos: o objeto do ato deve ser bom, “não se pode aproveitar de dinheiro roubado, por exemplo”; a intenção deve ser reta, “é do coração que brotam todas as intenções”; por fim, não se deixar levar pelas circunstâncias adversas, “hoje se mata por causa de uma briga de trânsito, é preciso ter calma”, acrescentou o bispo.Formação com Dom Marcony

E como crescer na moral cristã? Conhecendo mais Jesus por meio da Palavra, o Evangelho. Ele nos ensina que o outro é um ser humano e, mais que isso, é meu irmão e devo amá-lo e rezar por ele ainda que ele me tenha-me feito algum mal. D. Marcony esclareceu: “A moral cristã exige que não nos contentemos com o que é mediano. Jesus nos ensinou a dar a outra face, o manto todo. Temos que ultrapassar o bem nas atitudes e perdoar todas as pessoas como Jesus perdoou”.

Para imitar o Cristo, é preciso ouvir o Espírito Santo. É o aspecto da espiritualidade em que o cristão deve mergulhar. “Deus nos fala em nossa consciência, ali o Espírito trabalha para não cairmos no erro e para alimentar nossas virtudes”, explicou o bispo. E o Espírito Santo inspira, em cada um, um carisma, que é uma face de Jesus a ser mostrada ao mundo, como os verbitas que pregam um Cristo missionário, e os franciscanos e vicentinos, com um Jesus pobre.

Porém, D. Marcony advertiu: “É facil ser cristão dentro da Igreja, mas lá fora nem sempre agimos como Jesus mandou, temos atitudes incoerentes com o que aprendemos d’Ele. Quando conhecemos Jesus verdadeiramente, Ele nos domina, é Cristo que vive em nós”. É possível, então, melhorar nossa conduta dentro da moral cristã por meio do estudo da Palavra, da Eucaristia e da vivência das virtudes.

Primeiramente, as virtudes teologais: fé, esperança e caridade. Fé para não sermos apenas católicos de conveniência, mas para aprendermos a nos jogar em Deus; esperança para nos suscitar paciência, afinal, depois da tempestade sempre vem a bonança; e a caridade, que é o amor transformado em atitudes concretas.

Depois, o bispo explicou outras virtudes importantes: prudência para não agirmos no ímpeto do momento; justiça, que é dar o que é reto ao outro e a Deus, em especial, tendo tempo para rezar e ir à missa; temperança, estabelecendo limites e sendo equilibrado no falar, no comer, no beber; e fortaleza, porque somos fracos e devemos nos apoiar na oração.

Por fim, para deixar um passo a passo a ser seguido pelos fiéis na busca pelas coisas do alto, D. Marcony elencou quatro pontos de crescimento na espiritualidade: estado de graça como hábito, não devemos nos acostumar a viver no pecado, temos que buscar a confissão; vida de oração, invocando Deus em nosso íntimo onde que que estejamos e saber agradecer pelo que Ele nos dá; vida sacramental, pois os sacramentos são meios que a Igreja nos oferece para vivermos a espiritualidade; e vivência da caridade, uma vida de doação. “Nossa conduta é que mostra nossa ética, moral e espiritualidade. Com Deus somos capazes até do impossível. Por isso, lembremos sempre que somos o maior milagre de Deus, porque mesmo com tantos erros, Ele sempre nos dá mais uma chance”.

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É tempo de oração! Missa dá início ao Cerco de Jericó Mariano, em casa.

Começou o VIII Cerco de Jericó em casa! Sob a motivação de permanecer no amor de Cristo e guardar seus mandamentos, como pediu Jesus no Evangelho desta quinta-feira (18), os fiéis se reuniram na Paróquia do Verbo Divino para abrir esse tempo de oração.

O Cerco de Jericó recorda a oração de Josué e do povo de Israel diante das muralhas da cidade de Jericó. Durante seis dias, todos deram uma volta ao redor da cidade e no sétimo dia, quando terminaram a sétima volta, ao toque da trombeta, todo o povo levantou um forte clamor e as muralhas da cidade caíram pelo poder de Deus (cf. Js 6).

Pe. Denzil conclamou todos a rezarem pelos jovens e pelo Brasil. Além disso, pediu que não haja divisões na comunidade: “Não devemos deixar que existam ‘nós e eles’. Somos um só em Cristo”.Padre Denzil

São esses dias de forte oração que a gente começa a viver agora. Só que dessa vez, vamos ter uma ajuda a mais: a intercessão de Maria, afinal, 2017 é um Ano Mariano. Lá se vão 300 anos desde que os pescadores encontraram os pedaços da imagem de Nossa Senhora Aparecida no Rio Paraíba. É ou não é para animar qualquer um!? O olhar de Maria vai acompanhar as orações de cada dia!

Então, permaneça firme no amor de Cristo e fiel à Misericórdia Divina e à Nossa Senhora. No horário que você escolheu, comece a rezar seguindo o roteiro do Cerco que já está no seu e-mail ou o que você pegou lá na Paróquia. Viva esses dias de clamor com fé e esperança no Deus que é capaz de vencer todos os impossíveis! Entregue-se a esta experiência de oração!

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A paz do Senhor!