Novena de Pentecostes -13 a 21 de maio de 2021

Domingo a sexta-feira, após a missa das 19h.

Sábado, após a missa da 18h.

1º Vídeo – Ano Jubilar 2021

Primeira missa mensal do Ano Jubilar – 2 de maio de 2021

Neste tempo de graças em que nossa paróquia celebra o Jubileu de Ouro pelos 50 anos do decreto de sua criação e de diamante pelos 60 anos do começo de sua caminhada, com muita alegria, a comunidade se reuniu para participar da primeira missa mensal do Ano Jubilar. As missas mensais do Ano Jubilar acontecerão no dia 2 de cada mês desse período festivo.

A Eucaristia foi presidida por Dom Raymundo Damasceno Assis e concelebrada por nosso pároco, Pe. Vagner Apolinário, svd e por nosso vigário, Pe. Carlos Kelalu, svd, auxiliados pelo diácono José Algaci.

Dom Damasceno foi convidado pelo Pe. Vagner para apresentar à comunidade o seu livro “A Igreja Católica em Brasília nos seus primórdios”. O livro conta um pouco da história das 30 primeiras paróquias de Brasília. No número 4.28, do capítulo 4, da página 303 ao início da 307, encontramos contemplada a história da Paróquia do Verbo Divino, desde o primeiro pároco, Pe. Francisco F. Kill até o Pe. Samuel F. do Carmo, pároco de 1994 a 2014.

Iniciando sua homilia, Dom Damasceno cumprimentou a todos e agradeceu ao Pe. Vagner o convite para presidir a celebração. Falou brevemente sobre seu livro, especialmente a parte sobre nossa paróquia. Quanto à liturgia do dia, relembrou que nesse período da Páscoa a primeira leitura é sempre do Livro dos Atos dos Apóstolos, e o texto de hoje fala da apresentação de Saulo aos apóstolos, conduzido por Barnabé. Frisou que a igreja está fundada sobre os apóstolos, cuja pedra angular é o próprio Jesus Cristo. Disse que não se pode ser igreja sem a comunhão com o Papa, que é o sucessor de Pedro e vigário de Cristo na terra… e que não há missão sem comunhão e nem comunhão sem a missão, quanto mais comunhão entre nós, tanto mais eficaz é a missão.

Jesus diz a seus discípulos: permanecei em mim e eu permanecerei em vós. Como o ramo não pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira, assim também vós não podereis dar frutos senão permanecerdes em mim…. Dom Damasceno falou-nos da palavra permanecer que, no texto do evangelho de hoje, aparece 8 vezes. Fez uma comparação com os dias atuais, em que tudo é passageiro e exortou-nos a permanecer com Jesus, que é o mesmo ontem, hoje e sempre. Temos que permanecer unidos a Ele, que é a verdadeira videira que nos dá a vida plena. …Fomos enxertados nessa videira e recebemos as três virtudes teologais da fé, esperança e caridade, tripé da vida cristã. Portanto, unidos a Cristo somos chamados a produzir frutos de amor, de paz, de misericórdia, de perdão, de bondade.

Neste mês de maio, dedicado a Maria, neste ano de São José, Dom Damasceno convidou-nos a permanecer na escola de Maria e aprender a sermos discípulos e missionários de Jesus no mundo de hoje. Concluiu que somente assim nossa vida será frutuosa e útil. Cada um fazendo sua parte e contribuindo para a construção de um mundo mais humano, mais fraterno, mais justo, cuidando de nossa casa comum, para que nela todos possam se sentir valorizados e felizes.

Ao final da celebração, Dom Damasceno deu continuidade aos autógrafos nos exemplares de seu livro, adquiridos pelos paroquianos.

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Ofertório via Pix

Olá paroquianos!

Neste tempo de pandemia, visando facilitar o ofertório, foram afixados adesivos nos bancos da igreja contendo o QR Code do Pix da Paróquia do Verbo Divino. Colaborem!

1º de maio – Dia de São José Operário e dia do trabalhador

Através do Decreto Quemadmodum Deus, assinado pelo Beato Pio IX, em 8 de dezembro de 1870, São José foi proclamado patrono da Igreja Católica e, para celebrar os 150 anos dessa declaração, com a Carta apostólica “Patris corde – Com coração de Pai”, o Papa Francisco convocou o “Ano Especial de São José” que teve início em 8 de dezembro de 2020 e se encerrará a 8 de dezembro deste ano.

No dia 19 de março, a igreja celebra a Solenidade de São José, patrono da igreja e no dia 1º de maio, celebra São José Operário, santificando e dignificando o trabalho humano.

Além de ser invocado como o santo padroeiro da Igreja universal, São José é também aclamado como padroeiro dos trabalhadores, dos pais e da boa morte.

Durante o Ano de São José, a Igreja Católica concederá indulgências de acordo com uma série de condições estabelecidas pela Penitenciária Apostólica.

Para lucrar a indulgência plenária, devem ser satisfeitas as condições prescritas pela Igreja para este fim: confissão sacramental, comunhão eucarística e oração pelas intenções do Santo Padre.

As indulgências podem ser recebidas este ano por meio de mais de uma dúzia de orações e ações diferentes, incluindo rezar pelos desempregados, confiar a São José o trabalho diário, realizar uma obra de misericórdia corporal ou espiritual, ou meditar por pelo menos 30 minutos na oração do Pai-Nosso. (Fonte: ACI Prensa.)

Neste 1º de maio, Dia do Trabalhador, em nossa paróquia, a missa das 8h foi dedicada especialmente a São José Operário, com liturgia própria.

Na missa das 18h, com liturgia dominical, ao final da celebração, a Schola Cantorum de Brasília, dirigida pelo Dr. Zoltan Paulinyi, executou o Espicilégio em honra a São José.

Oração a São José:

Glorioso Patriarca São José, cujo poder consegue tornar possíveis as coisas impossíveis, vinde em minha ajuda nestes momentos de angústia e dificuldade. Tomai sob a vossa proteção as situações tão graves e difíceis que Vos confio, para que obtenham uma solução feliz. Meu amado Pai, toda a minha confiança está colocada em Vós. Que não se diga que eu Vos invoquei em vão, e dado que tudo podeis junto de Jesus e Maria, mostrai-me que a vossa bondade é tão grande como o vosso poder. Amém.

Conheça a íntegra da Carta apostólica “Patris corde – Com coração de Pai” em:

http://www.vatican.va/content/francesco/pt/apost_letters/documents/papa-francesco-lettera-ap_20201208_patris-corde.html

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Festa do Padroeiro e abertura do Ano Jubilar – 16 de abril de 2021

Chegou o grande dia. A Paróquia do Verbo Divino está em festa!

Celebramos a festa de nosso padroeiro, o Verbo Divino que, originalmente, comemora-se no dia 25 de março. Este ano, porém, nossa paróquia transferiu para a primeira semana depois da Oitava da Páscoa para poder celebrá-la mais festivamente. Esta celebração marca também a abertura do Ano Jubilar Paroquial, que teve início ontem, 16 de abril, com a celebração dos 50 anos do decreto de criação da paróquia e se encerrará no dia 2 de fevereiro de 2022, com a comemoração dos 60 anos de começo da caminhada paroquial.

Não há como falar de nossa paróquia sem citar os nomes de Santo Arnaldo Janssen, fundador da Congregação do Verbo Divino e de São José Freinademetz, presbítero, da Sociedade do Verbo Divino, testemunhas autênticas de Cristo, que nos deixaram exemplos do verdadeiro espírito missionário de anunciar a palavra de Deus a todos os povos.

A Eucaristia foi presidida por nosso arcebispo Dom Paulo Cezar Costa e concelebrada pelo Pe. Djalma Antônio da Silva, svd, Diretor do Centro Cultural Missionário, da CNBB, por nosso pároco Pe. Vagner Apolinário, svd e nosso vigário Pe. Carlos Kelalu, svd, auxiliados pelos diáconos José Algaci e Raimundo Coelho.

Ao iniciar sua homilia, Dom Paulo nos falou da alegria em celebrar conosco a abertura do ano jubilar, momento bonito, momento rico da vida da paróquia. Momento de agradecermos a Deus por tudo aquilo que Ele fez, por tudo aquilo que o Seu amor misericordioso fez na história e na vida da nossa amada paróquia.

Referindo-se à liturgia do dia 25 de março, disse: Estamos celebrando a missa da anunciação do Senhor, a nossa paróquia é Paróquia do Verbo Divino e quem é o Verbo Divino? Verbo Divino é o verbo de Deus. É o próprio Filho que entrou em nossa história.

Citando o capítulo 1 do evangelho de São João, disse que o verbo que existia eternamente com Deus, num determinado momento do tempo, entrou em nossa história quando o anjo do Senhor foi a Nazaré, uma pequena e desconhecida vila, para pedir o consentimento de uma virgem.

A Primeira Leitura falou de uma virgem que deveria conceber, falou de um sinal de Deus, naquele tempo de crise e o profeta diz que o próprio Deus dará um sinal: uma virgem conceberá e dará à luz um filho.

Instruiu que o termo almah foi traduzido depois pela septuaginta por parthenos que significa virgem.

Disse que a profecia ficou aberta porque o falar de Deus não se cumpre totalmente no momento da história. O falar de Deus é sempre um falar aberto porque é um falar de salvação. Foi um sinal de Deus naquele tempo, mas a profecia tomou corpo quando uma virgem concebeu e essa virgem é Maria.

O anjo a saúda como Cheia de Graça: Salve, cheia de Graça. Maria é essa mulher totalmente agraciada por Deus, que tem um projeto para ela, que deve conceber por obra do Espírito: “O Espírito virá sobre ti, e o poder do Altíssimo te cobrirá com sua sombra. Por isso, o menino que vai nascer será chamado Santo, Filho de Deus.”. É o Verbo de Deus que entra em nossa história através de Maria, através de uma virgem concebendo e isso é obra de Deus.

Exortou-nos nosso bispo a que celebremos com alegria essa abertura do ano jubilar de nossa paroquia. 50 anos do decreto e 60 anos existência. Celebremos agradecendo pelos 60 anos que o Verbo de Deus é aqui anunciado, seguido e que foi transformando a vida de tanta gente… Somos chamados a levar para frente o Verbo de Deus e fazê-lo conhecido, amado, seguido e adorado… Celebrar esse jubileu é renovar o compromisso missionário que vai além do espaço territorial, da comunidade daqueles e daquelas que aqui se encontram e se sentem família reunida ao redor do Verbo de Deus.

Hoje, após a santa missa da manhã, todas as intenções trazidas pelos fiéis durante os dias do tríduo em preparação para a festa do padroeiro, foram queimadas no velário, em um ato  simbólico.

“Não considero a vida missionária como um sacrifício que ofereço a Deus, mas como a maior graça que Deus me poderia ter dado”. (São José Freinademetz)

“O anúncio do Evangelho é a forma mais sublime de amor ao próximo” (Santo Arnaldo Janssen)

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Confira AQUI AS FOTOS da queima de intenções

Terceiro dia do Tríduo em preparação para a Festa do Padroeiro – 15 de abril de 2021

Chegamos ao último dia do Tríduo em preparação para a festa do nosso padroeiro. Mas quem é o Verbo Divino? Muitas pessoas têm dúvidas, paroquianos, inclusive.

O Verbo Divino é a Palavra de Deus encarnada na Pessoa de Jesus Cristo que habitou entre nós.

“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava junto de Deus e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio junto de Deus. Tudo foi feito por ele, e sem ele nada foi feito.

Nele havia vida, e a vida era a luz dos homens.” (Jo 1,1-4)

Jesus é a Palavra. É o Verbo.

Pe. Cristiano José Soares, pároco da Paróquia Divino Espírito Santo, presidiu a celebração, que foi concelebrada pelo Pe. Vagner, nosso pároco e pelo Pe. Carlos, nosso vigário, auxiliados pelo diácono Algaci.

“Aquele que Deus enviou fala as palavras de Deus” (Jo 3,34a)

Sobre esse tema, Pe. Cristiano, em sua homilia, disse que Aquele que Deus enviou fala as palavras de Deus porque Deus lhe dá o espírito sem medida. Acrescentou que, em nosso cotidiano, somos desafiados por muitos amores em nossa história porque todos temos sede de ser amados.

O cristão vai entendendo desde o seu batismo, que o amor deve estar no posto central do seu coração.

Um amor que vai educando diante de tudo o que é bom porque tudo o que é bom, vem de Deus, que é O supremo bem.

O cristão vai aprendendo a colocar no centro do coração o Cristo, como primeiro amor.

Cada dia uma escolha nova. Frisou que é um desafio para todos nós, fazer de Deus o nosso centro. O Cristo, diante do Pai, escolheu fazer a vontade do Pai por nós, em Sua Liberdade. E vive, desde o sim ao Pai, na Trindade, uma entrega sempre mais nítida porque se une a Ele no amor ao homem.

Disse que a nossa história é uma história de relacionamento, onde Ele que é livre, por primeiro, insiste na liberdade em escolher que é bom para Si amar o homem e convida o homem a fazer o mesmo, a escolher amá-Lo porque amar a Deus é bom.

Jesus veio ao mundo para os que eram seus e os seus O rejeitaram. Veio ao mundo e, como disse a Palavra, no início do evangelho de hoje, deu testemunho daquilo que viu e ouviu, mas ninguém aceitou o Seu testemunho. Veio dar testemunho do amor do Pai que ele trazia consigo porque estava unido ao Pai, mas ninguém aceitou o seu testemunho. Cristo não elaborou teses teológicas para vir até nós. Ele simplesmente disse sim e amou. O amor, como uma escolha efetiva por todos, uma escolha clara. Derramar o bem que vem de Deus pelo outro, carregando esse bem porque Ele vivia esse bem. Ele É esse bem. Por que não aceitar esse testemunho de Cristo? Questionou o celebrante.

Nossa Inteligência é turva por causa do nosso pecado. E onde está o turvo da inteligência? Indagou Pe. Cristiano e completou: Está justamente no que o pecado faz. Se Deus está aqui e o bem para mim, é estar com Deus, o pecado é rejeitar a Deus.

O que o Verbo fez, entrando na história, foi dar testemunho do céu, de onde viemos, porque Deus nos deu existência. Veio ao nosso lado para ensinar a superar o que a inteligência turvada pelo pecado criou na história. O verbo veio com todo o amor que lhe é peculiar, porque Ele é amor e veio dissipar o mal. Veio diluir o que era turvo. Veio dar luz às trevas.

A escolha por colocar Cristo no centro do coração, colocá-Lo ali, como nossa Pedra Angular, como escolha, como resposta ao amor com que fui amado, como resposta à palavra que me criou e me recria é: Senhor, toma posse do meu coração. Toma posse do centro do meu coração Pedra Angular da minha vida.

Pe. Cristiano finalizou louvando a Deus pela Paróquia do Verbo Divino e expressou seu desejo de que, desta comunidade, Deus possa colher muitos santos canonizados para que se explique ao mundo, o quanto foi possível ser santo em Brasília. que vem de Deus e fala das coisas de Deus.

Amanhã, 16 de abril, grande dia em que celebraremos nosso Padroeiro e faremos abertura do Ano Jubilar Paroquial, com grande alegria, receberemos nosso arcebispo, Dom Paulo Cezar Costa, que presidirá a Santa Eucaristia.

Participe dessa memorável festa presencialmente na nave da igreja ou pelo canal da paróquia no Youtube: paroquiaverbodivinobsb, através do link: http://bit.ly/Youtube-PVD

E, se ainda não o fez, inscreva-se, precisamos melhorar nossa transmissão e atingir, no mínimo, 1000 inscritos.

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Segundo dia do Tríduo em preparação para a Festa do Padroeiro – 14 de abril de 2021

“Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito para que não morra todo o que nele crer.” (Jo 3, 16)

No segundo dia do Tríduo em preparação para a festa do padroeiro, a celebração foi presidida pelo Frei João Bendito F. de Araújo, OFM, reitor e pároco do Santuário São Francisco de Assis e concelebrada por nosso pároco, Pe. Vagner e por nosso vigário, Pe. Carlos, auxiliados pelos diáconos Algaci e Ari Moura.

Frei João benedito iniciou sua homilia dizendo que a festa do nosso padroeiro, com data de 25 de março, situa-se dentro do maior tempo litúrgico da igreja, que é o tempo pascal.

Neste tempo, escutaremos em vários momentos, a insistência do apóstolo Pedro, que fala em nome de toda a igreja, de que somos convidados a aderir ao mistério pascal através do batismo, da conversão e da remissão dos pecados e, ainda, diversos discursos que nos falam do amor de Deus. Este amor do Pai para com o Filho Jesus, que O tira do poder da morte com a ressurreição e Seu amor por todos nós para que também possamos fazer um caminho de vida, um caminho de ressurreição. Instruiu que já neste mundo, o modo de participarmos da ressurreição é através dos sacramentos, da conversão e da remissão dos pecados.

Sobre a liturgia de hoje, falou-nos que quando Pedro pergunta para Jesus o que receberemos por seguí-Lo. Jesus diz: nesta vida a perseguição e no futuro a vida eterna. Então, a perseguição narrada no livro dos Atos dos Apóstolos, que começamos escutar logo depois do dia de Páscoa, mostra uma igreja perseguida, como foi o seu Senhor.

Na primeira leitura, vimos o modo como Deus protege os Seus escolhidos. Durante à noite, um anjo do Senhor é enviado e liberta os apóstolos que estavam na prisão e, ao fazê-lo, Deus protege a história da salvação permitindo com esse gesto, que os apóstolos continuem com o poder de anunciar. Com essa libertação, os poderosos são surpreendidos porque acreditavam que, fazendo Jesus morrer na cruz, tinham terminado Sua história e se surpreendem porque o que aconteceu foi justamente o contrário. As autoridades têm medo do povo que começa a aderir aos apóstolos e esse medo se consolida porque vêm que estão diante de um grupo que não receia e que se alegra porque tem a possibilidade de sofrer por causa do nome de Jesus.

Jesus, no tempo de Sua vida nesta terra, o homem Jesus, antes de Sua morte e ressurreição, tinha menos discípulos do que hoje, então o sangue de Jesus é uma semente que brota. Brota na coragem dos apóstolos que antes, covardes, tinham abandonado o Senhor e depois os vemos cheios de coragem. Brota também em cada um de nós que, por causa de Sua doação, por causa do Seu amor para conosco, nos torna cristãos, permitindo que depois de séculos, estejamos aqui celebrando o mistério pascal, que é o centro da nossa fé, que é o centro de nossa vida.

Que a Virgem mãe de Deus, a mãe do Verbo Divino interceda por todos nós para que possamos viver na nossa fé, no nosso hoje, o mistério pascal e possamos ser no mundo o testemunho da vida, da paz, da luz e da fé no ressuscitado. São os votos do celebrante.

Neste 15 de abril a celebração será presidida pelo Pe. Cristiano José Soares, Pároco da Paróquia Divino Espírito Santo, com o tema: “Aquele que Deus enviou fala as palavras de Deus”. (Jo 3,34ª)

Amanhã,  16 de abril, dia em que celebraremos nosso Padroeiro e a abertura do Ano Jubilar Paroquial, com grande alegria receberemos nosso arcebispo, Dom Paulo Cezar Costa, que presidirá a Santa Eucaristia.

Participe dessa memorável festa presencialmente na nave da igreja ou pelo canal da paróquia no Youtube: paroquiaverbodivinobsb, através do link: http://bit.ly/Youtube-PVD

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Primeiro dia do Tríduo em preparação para a Festa do Padroeiro – 13 de abril de 2021

“Ninguém subiu ao céu, a não ser aquele que desceu do céu.” (Jo 3, 13)

Teve início em nossa paróquia, o tríduo em preparação para a Festa do Padroeiro. Durante toda a tarde, seguindo uma escala prévia, representantes das pastorais, movimentos, ministérios e serviços, bem como outros fiéis da comunidade, estiveram em adoração ao Santíssimo Sacramento.

Originalmente a festa do nosso padroeiro acontece no dia 25 de março, todavia, tendo em vista essa data ter caído no período das celebrações pascais, nosso pároco houve por bem transferir as comemorações para o dia 16 de abril.

A Eucaristia foi presidida pelo Pe. Rafael Souza dos Santos, pároco da Paróquia Nossa Senhora da Saúde e concelebrada pelo nosso pároco, Pe. Vagner Apolinário, SVD e nosso vigário, Pe. Carlos Kelalu, SVD, assistidos pelo diácono Algaci.

Em sua homilia, Pe. Rafael disse que cristão é aquele que se configura ao Cristo. Quando nos levantamos depois de uma oração e nos esforçamos para colocar em prática aquilo que nossos lábios professaram, rezaram, falaram com Deus, nós verdadeiramente nos tornamos cristãos. Configurados, próximos, parecidos a Jesus Cristo, pois essa é a nossa missão.

Relembrou-nos que a poucos dias estávamos celebrando Cristo, que se dava como pão e vinho para nós. No dia seguinte, estávamos no velório, pois Cristo tinha se entregado e no sábado houve a grande ressurreição. A pergunta que cada um de nós deve fazer é: e agora? O que é que realmente muda em minha vida? Quantas páscoas eu já celebrei? Quantas vezes eu cantei que o Senhor ressuscitou? E em minha vida, o que mudou? Se na sua vida ou na minha vida nada mudou ou acrescentou em contemplar o augusto mistério da encarnação e ressurreição de Jesus Cristo, tem algo errado e não é com Jesus, é com o seu coração, é com o meu coração, instigou-nos o celebrante.

Frisou que a Palavra de Deus é um livro de fé, de moral e, quando temos a prática da palavra, a intimidade com a Palavra de Deus, naturalmente compreendemos que ali está a história da nossa salvação. Deus, em cada tempo, teve uma atitude diferente para nos salvar e nesses últimos tempos, Ele se encarnou. Não mandou mais profetas, não mandou mais juízes, Ele mesmo se fez gente e, se eu reconheço que Jesus se fez gente e caminha comigo, a minha alma está alimentada e a minha carne está domada, aí eu consigo construir uma comunidade viva e verdadeira, que consegue ver no irmão a face de Cristo.

É preciso fazer escolhas segundo a vontade de Deus pois, sendo templos do Espírito Santo, não podemos voltar para Deus sem produzir frutos. O nosso lugar é o céu, somos cidadãos do céu e fazer a vontade de Deus só é possível criando intimidade com Ele.

Hoje, segundo dia do Tríduo, a Santa missa será presidida pelo Fr. João Bendito F. de Araújo, OFM Reitor e Pároco do Santuário São Francisco de Assis, com o tema: “Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito para que não morra todo o que nele crer.” (Jo 3, 16)

Amanhã, a celebração será presidida pelo Pe. Cristiano José Soares, Pároco da Paróquia Divino Espírito Santo, com o tema: “Aquele que Deus enviou fala as palavras de Deus”. (Jo 3,34ª)

Participe desses momentos festivos presencialmente na nave da igreja ou pelo canal da paróquia no Youtube: paroquiaverbodivinobsb, através do link: http://bit.ly/Youtube-PVD

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Festa do Padroeiro: Primeiro dia do Tríduo – 13 de abril de 2021

Amanhã,  13 de abril, celebraremos o primeiro dia do Tríduo em preparação para a festa do Padroeiro que, devido ao Tempo Pascal, foi transferida de 25 de março para 16 de abril.

A missa será celebrada pelo Pe. Rafael Souza dos Santos, pároco da Paróquia Nossa Senhora da Saúde. Haverá adoração ao Santíssimo, conforme informado no convite abaixo.

Participe deste momento festivo presencialmente na nave da igreja ou pelo canal da paróquia no Youtube: paroquiaverbodivinobsb, através do link: http://bit.ly/Youtube-PVD

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