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Vitória! Cristo ressuscitou! – Celebração da Páscoa – 4 de abril de 2021

A ressurreição, a vitória sobre a morte e a alegria da boa nova de que Jesus está vivo e é o libertador que nos remiu de nossos pecados com Seu precioso sangue, fazem com que celebremos a Páscoa, a cada ano, com esperança renovada.

A Palavra de Deus enche de sentido a nossa vida ao afirmar que a vida não acaba com a morte. Jesus é a nossa Páscoa definitiva e nos garantiu em João 14,19b: “Porque eu vivo, e vós vivereis” e em João 11,25-26a “Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que esteja morto, viverá. E todo aquele que vive e crê em mim, jamais morrerá

Com muito entusiasmo e alegria, Pe. Vagner asseverou: É verdade, o Senhor foi entregue e morto na Cruz, mas Deus o ressuscitou no terceiro dia. Essa é a grande notícia, essa é a grande alegria, o Senhor está vivo em nosso meio e nós, que celebramos a ressurreição do Senhor, nos alegramos porque a vitória de Cristo é também a nossa vitória. É preciso perceber a ressurreição.

Disse que o lençol que havia envolto o corpo de Jesus, dobrado à parte e o túmulo vazio são sinais de morte, mas também são sinais de vida. Maria Madalena não percebeu isso por ainda estar com a mentalidade da morte de Jesus em sua cabeça. Assim como ela, Pedro, o discípulo que Jesus havia escolhido como líder, como pastor de Sua igreja, também não percebeu, mas aquele que amava e que era amado por Jesus, viu e acreditou. Só o amor nos faz acreditar. Saber que somos amados por Jesus e amá-Lo, nos faz perceber o sinal da Sua ressurreição. Às vezes caminhamos em meio à morte e não percebemos isso. É preciso perceber. O Senhor está vivo e vive no meio de nós.

São Pedro anuncia que a ressurreição de Jesus é a culminação de Sua vida. Passou a vida fazendo o bem e agora Deus O ressuscitou. A vida de Jesus, a vida doada, a vida daquele que passou fazendo o bem não poderia terminar na cruz, Deus o ressuscitou no terceiro dia. Aquele que doa a sua vida nunca é um fracassado porque a vida doada se transforma em mais vida e o Senhor, ao ressuscitar, abre para nós as portas do paraíso, abre para nós as portas do céu. Nós, que caminhamos aqui na terra, sujeitos ainda às coisas deste mundo, não estamos presos aqui. Sabemos que nosso destino é outro, é o céu! afirmou o sacerdote.

Frisou que nós, que comemos e bebemos com Jesus e que partilhamos da Sua intimidade, devemos ser testemunhas da ressurreição. Explicou que a Páscoa é renovação e nos abre a possibilidade de uma vida nova pelo batismo, pela graça que o Senhor derrama sobre nós. Somos chamados a viver uma vida nova, a renovar o mundo, a ser homens e mulheres novos. Isso é Páscoa. É a novidade. É a renovação do nosso interior.

Sejamos Páscoa. Levemos a Páscoa onde quer que formos. Sejamos Páscoa na família, no trabalho, na sociedade. Sejamos testemunhas da ressurreição do Senhor, sejamos Páscoa neste mundo de tanta morte e que precisa de ressurreição, instruiu o nosso pároco.

Confira AQUI as fotos da celebração.

Sexta-feira da Paixão de nosso Senhor Jesus Cristo – 2 de abril de 2021

Durante toda a Quaresma, a Via-Sacra foi rezada às quartas e sextas-feiras, em nossa paróquia, sempre após a missa das 19h e, nesta Sexta-feira Santa da Paixão do Senhor, às 9h.

Diferente de anos anteriores em que era dramatizada ao vivo, pela Pastoral das Artes, na área externa da paróquia e acompanhada pelos fiéis em cada estação, neste ano, de modo simples, mas tão sublime, a Via-Sacra foi rezada na nave da igreja, cada um em seu lugar. Em movimento, somente os fiéis que faziam as vezes do cruciferário, que carregava a cruz e dos ceroferários, que carregavam os tocheiros.

Via crucis, caminho doloroso, Via-Sacra, caminho da Cruz de Cristo, entre outras denominações, são a mesma forma de devoção da Via dolorosa de Cristo, que se divide em 15 estações, desde a condenação até Sua ressurreição e nas quais meditamos alguns momentos do caminho da Cruz de Cristo, do Pretório de Pilatos até o monte Calvário, acompanhados por orações e cantos específicos.

Antes de iniciar a Via-Sacra, Pe. Vagner nos falou do maior gesto de amor de Jesus ao derramar Seu precioso sangue, ao sofrer e morrer por nós na cruz. Através da Via crucis, acompanhamos o caminho de sofrimento de Cristo até a cruz, que é também, Seu caminho até a glória. Impeliu-nos, nosso pároco, a contemplar os passos da paixão de Jesus, meditando e entendendo que o caminho de nossa própria vida também passa pelo sofrimento. Carregamos a nossa cruz em nosso calvário, mas somos chamados à glória da ressurreição.

“Na Cruz de Cristo, está todo o amor de Deus, está a sua imensa misericórdia. E este é um amor em que podemos confiar, em que podemos crer. Confiemos em Jesus, abandonemo-nos a Ele, porque nunca desilude a ninguém! Só em Cristo, morto e ressuscitado, encontramos a salvação e a redenção.” (Papa Francisco – Via-Sacra da JMJ 2013)

Confira AQUI as fotos da Via-Sacra

Às 15h, novamente a comunidade se reuniu para a Celebração da Paixão do Senhor. Diante da sobriedade do ambiente sem flores nem velas, da austeridade do altar desnudo, num clima de profundo silêncio, Pe. Vagner, acompanhado somente pelo diácono Algaci, entrou e se prostrou em frente ao altar, reconhecendo o seu nada diante da Majestade Divina, em sinal de reverência, humildade e penitência.

A celebração foi acompanhada pelos fiéis de forma presencial e pelo canal da paróquia no Youtube e foi bastante concorrida, mas observando sempre o distanciamento social e demais cuidados sanitários, exigidos pelo nosso pároco, sempre preocupado e zeloso com a comunidade, em consonância com as diretrizes governamentais e arquidiocesanas.

No momento da adoração à cruz, os fiéis permaneceram em seus lugares e somente nosso pároco pôde beijar o crucifixo que, após a apresentação, foi colocado em lugar de destaque no altar.

Que respondamos a esse amor de Deus por nós e não temamos a cruz. Nossa vida também é feita de momentos de cruz. A cruz maior, o Senhor já carregou por nós. Carreguemos a nossa e sejamos também solidários com os que carregam suas cruzes…. Amor e sofrimento… às vezes os dois andam juntos. Sejamos consequentes com a nossa fé, amemos Jesus e sejamos-Lhe gratos. Amemos e contemplemos a cruz, mistério de amor de Deus por nós. Disse-nos nosso pároco.

Confira AQUI as fotos da Celebração da Paixão do Senhor

Para encerrar esta Santa Sexta-feira, os fiéis, de forma ordenada, puderam assistir o Descendimento da Cruz de Jesus, numa linda encenação em que, tomando todos os cuidados sanitários e usando máscaras, poucos componentes da Pastoral das Artes interpretaram os momentos da condenação e morte de Jesus, guiados pela leitura do Sermão das Sete Palavras (Septem Verba, em latim) proferidas por Jesus na Cruz, que é a denominação convencional das sete últimas frases que Jesus pronunciou durante sua crucificação, antes de morrer.

As leituras foram dirigidas pelo Pe. Vagner e o som pelo Ministério de Música, que entoou lindos cantos apropriados para o momento.

“Pai, perdoa-lhes; porque não sabem o que fazem” (Lc 23,34);

“Em verdade te digo: hoje estarás comigo no Paraíso” (Lc 23,43);

“Mulher, eis aí teu filho” (…) “Eis aí tua mãe” (Jo 19,26-27);

“Eli, Eli, lammá sabactáni?” – o que quer dizer: “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?” (Mt 27,46 e Mc 15,34);

“Tenho sede” (Jo 19,28);

“Tudo está consumado” (Jo 19,30)

“Pai, nas tuas mãos entrego meu espírito” (Lc 23,46)

Confira AQUI as fotos do Descendimento da Cruz

Solene Ofício de Trevas – 31 de março de 2021

Ontem, após a missa das 19h, por primeira vez, nossa paróquia introduziu o Ofício de Trevas na programação de sua Semana Santa.

O Ofício das Trevas (matutina tenebrarum) é uma liturgia cristã relacionada à Paixão de Cristo, que existe desde o século XIII. Embora o nome possa dar a entender, não é um rito enigmático e obscuro, mas uma das orações mais belas da Semana Santa.

Em alguns lugares ele é celebrado na Segunda Feira Santa, mas o dia mais correto para esta celebração é entre a noite de Quarta-Feira até antes do amanhecer da Quinta, marcando o início do Tríduo Pascal.

Durante muito tempo este rito permaneceu guardado pela Igreja, mas atualmente vem sendo retomado em diversas Paróquias e Dioceses do Brasil.

O Ofício de Trevas mostra, de forma bastante clara, a figura do Servo Sofredor e, junto D´Ele, nos colocamos rezando e meditando sobre os Sofrimentos de Sua Paixão e Morte na Cruz. Este nome (Ofício de Trevas) tem diversas explicações: As trevas naturais de meia-noite ao alvorecer, ou seja, as horas destinadas à recitação do ofício, lembrando as palavras de Cristo preso nas trevas da noite: “Haec est hora vestra et potestas tenebrarum” (Esta é a vossa hora e do poder das trevas.) (Lc 22, 53). Geralmente, o Ofício é cantado ao cair da noite e o auxílio das luzes de velas torna-se indispensável.

O Ofício de Trevas expressa de modo admirável, através das orações, salmos, lamentações, leituras e responsórios os sentimentos que animaram Nosso Senhor Jesus Cristo na sua Paixão.

Seguindo uma Tradição dos primeiros cristãos, as 15 velas acesas no candelabro triangular são apagadas sucessivamente, exceto a vela do vértice do triângulo. As velas que vão sendo apagadas representam a glória de Nosso Senhor Jesus Cristo que vai também se apagando pela ignomínia e sofrimento de sua paixão. Ao canto do Benedictus (Cântico de Zacarias), a décima quinta vela que simboliza Jesus Cristo, Luz que ilumina todo homem, é retirada pelo acólito. Terminada a Oração, apagam-se todas as luzes da Igreja e ouve-se o ruído das trevas. Das trevas para a luz, o ruído desvela que o Senhor Ressuscitou. Ao final todos cantam a Vitória de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Agradecemos à Schola Cantorum de Brasília que nos permitiu cantar este solene ofício.

Conheça a íntegra do Ofício de Trevas: Ofício de Trevas- PVD 2021 (1)

Confira AQUI as fotos

Celebração da Anunciação do Senhor – 25 de março de 2021

“Não temas, Maria, pois encontraste graça diante de Deus” (Lc 1,30)

Maria encontrou graça aos olhos do Pai, o Senhor está com ela. Pela inefável força do Altíssimo, a virgem se tornou a Mãe do Filho de Deus.

Jesus, o Verbo Divino de Deus, se fez homem, assumindo por inteiro a nossa condição humana para nos resgatar do pecado e ser o cálice da nova e eterna Aliança entre o Pai e os filhos, cujos corações estejam voltados para Ele.

Em sua homilia, Pe. Carlos lembrou a todos que a Festa da Anunciação é também a festa de nossa paróquia, do nosso Padroeiro que, em virtude da quaresma, será comemorada somente no dia 16 de abril.

Da leitura do Evangelho, destacou duas frases que considera muito importantes: “Ave cheia de graças, o Senhor é contigo” e “Não tenhas medo, Maria”, ditas pelo anjo Gabriel a Nossa Senhora, no momento da Anunciação. Como cristãos batizados, recebemos uma vocação para continuar a missão de Jesus e, como Maria, também nós somos cheios de graça, uma vez que estamos com Deus e quem está com Ele, não pode ter medo. Nosso vigário frisou a importância de assumirmos essa vocação dizendo: é uma responsabilidade muito grande.

Na sequência, falou da Semana das Dores de Nossa Senhora que está acontecendo no período de 21 a 27 de março, em nossa paróquia. Asseverou que a vocação de Maria não é vazia. A mãe do Redentor não abandonou seu filho. Quem está com Deus tem uma força e não há provação neste mundo que faça desistir da vocação de ser cristão.

Abordando o tema jejum das palavras, disse que quando não falamos muito, enchemos nossos corações de silêncio. Ressaltou que o silêncio é muito importante para se ter um encontro profundo com Deus e completou que o silêncio de Maria fala muito pouco, o que permite o diálogo com Deus.

Finalizou a homilia fazendo uma breve homenagem póstuma à querida paroquiana e MESCE Teresa Rodrigues de Lima, falecida neste especial dia da Anunciação do Senhor.

“Nossa Senhora recebeu pela bondade de Jesus a força de suportar até o fim as provações do seu amor. Que você também possa encontrar a força de perseverar com o Senhor até o Calvário!”         São Padre Pio de Pietrelcina”

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Feliz Aniversário, Pe. Vagner!

24 de janeiro de 2021, data festiva. Há exatos 45 anos nascia em Juiz de Fora – MG, o menino Vagner Uilson Apolinário. O menino cresceu e, com as bênçãos de Deus, foi designado para assumir, como Pároco, a nossa Paróquia do Verbo Divino.

Com a alegria da presença de seus pais, José Apolinário dos Santos e Maria Lôla Apolinário, Pe. Vagner presidiu a eucaristia concelebrada por Pe. Carlos, nosso vigário.

Em sua homilia, nosso pároco nos falou sobre o chamado que Deus faz a cada um de nós. Instruiu que, no passado, no Antigo Testamento, Deus chamou os patriarcas Abraão, Isaac e Jacó. Chamou os profetas e foi chamando homens e mulheres para serem instrumentos de Sua vontade no mundo, como os reis Davi e Salomão, como a rainha Ester, Judite e tantas outras pessoas que responderam, de acordo com suas possibilidades e de coração aberto, ao chamado que Deus lhes fazia.

No novo testamento, Jesus continuou chamando.  Chamou os discípulos para segui-lo e, ainda hoje, chama a cada um de nós.  Nos chama para estar junto a si e para ser instrumentos de Sua misericórdia, do Seu amor, da Sua vontade.

Jesus começa a Sua missão, anunciando o reino de Deus.  O tempo se cumpriu, convertei-vos e crede no evangelho.  O reino de Deus está próximo.  Essa frase, que sempre ouvimos na quarta-feira de cinzas, é um convite para que participemos do reino de Deus, que já começa com a vinda de Jesus à terra. Pe. Vagner reforçou que o caminho para viver esse reino é o Evangelho e, por isso, convertei-vos e crede no evangelho é um convite à vida nova.

Discorreu sobre a importância de que cada um de nós responda com um SIM ao chamado que Deus nos faz.  Deus nos chama para uma missão. Cada um de nós tem uma missão a realizar. É importante discernir qual a real vontade de Deus para nossas vidas.

O que Deus quer de mim, hoje? Qual é a resposta que devo dar à Deus, hoje? São questões que devemos ter em mente todos os dias ao acordar. Deus chama porque ama. E chama a cada um de nós. A Boa Nova do Evangelho que Jesus vem trazer é que Deus vem chamar a cada um de nós e a todos, bons e maus e espera uma resposta de conversão.

Diante de alguém que faz o mal, Deus diz:  que se converta, que mude o seu proceder e assim eu poderei salvá-lo. É assim que Deus faz com todos e conosco também. Quando fugimos da vontade de Deus, Ele espera pacientemente. Ele quer e espera a nossa conversão e sabe que podemos dar uma resposta positiva. Enquanto não respondemos, não nos salva. Deus é amor, mas exige de nós renúncia e conversão. Deus nos dá muito, mas também exige muito de nós!

Que tenhamos ânimo para dizer SIM a Deus. O louvemos porque nos ama e nos chama e Lhe peçamos a força e a coragem para sempre responder positivamente ao chamado que nos faz. É exigente, mas dizer SIM a Deus é o melhor presente que podemos nos dar. É o caminho para nossa felicidade, disse-nos o aniversariante, Pe. Vagner.

Ao final da celebração, o coordenador do Conselho Pastoral Paroquial, José Fernandes, proferiu palavras de felicitações e, pelas mãos do Sr. José Apolinário, foi entregue ao Pe. Vagner o presente em nome de toda a comunidade.

“Antes que no seio fosses formado, eu já te conhecia; antes de teu nascimento, eu já te havia consagrado, e te havia designado profeta das nações.” (Jr 1,5)

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Missa em ação de graças pelo primeiro ano da presença do Pe. Vagner em nossa comunidade – 12 de dezembro de 2020

Exulto de alegria no Senhor e minh’alma regozija-se em meu Deus (Is 61,10a)

Ontem, 12 de dezembro, dia da festa de Nossa Senhora de Guadalupe, a Padroeira da América e do México, foi também dia de festejar a presença do Pe. Vagner Uilson Apolinário, SVD, que completou um ano à frente de nossa Paróquia do Verbo Divino, como pároco, incardinado por Dom Sérgio da Rocha.

2020 certamente não foi um ano fácil para ninguém e não o foi, especialmente para esse enviado de Deus que chegou a Brasília no dia 6 de dezembro de 2019, cheio de esperanças, com um pouco de receio e algumas dúvidas sobre como exerceria, pela primeira vez, as funções de pároco, numa paróquia tão grande. Como iria animar os paroquianos e membros de nossa comunidade? Como ser testemunha da luz, numa realidade que desconhecia? Realmente, este foi um ano de muito aprendizado, impulsionado pelos desafios impostos pela pandemia de Covid 19, em que a igreja teve suas portas fechadas por determinação de decreto governamental, para que se evitasse a disseminação do vírus entre as pessoas.

Inquieto, Pe. Vagner logo buscou formas de estar junto à comunidade. Organizou, com o apoio de alguns paroquianos, uma extensa programação diária de oração das “Laudes”, pela manhã; oração do “Angelus”, ao meio dia; oração do terço da misericórdia, às 15h, com o movimento jovem da paróquia, pelo Instagram; oração do terço Mariano, às 18h, também pelo Instagram e a celebração diária da santa missa às 19h, pelo canal do Youtube.

Incansável e tomando todos os cuidados, não deixou seu rebanho sem a presença do Santíssimo Sacramento. No Domingo de Páscoa, 12 de abril, acompanhado do Ir. Luiz, do paroquiano Silber, e dos jovens Dayvidson e Leonardo e contando com o suporte do jovem Valter, saiu em procissão pelas quadras da Asa Norte, do alto de um carro de som fretado, sob sol forte e calor intenso. Quem não se lembra dessa emoção?

Quando as igrejas foram liberadas para abrir as portas a um número limitado de fiéis, rapidamente organizou a igreja, tomando todas as medidas preventivas necessárias ao combate do coronavírus, triste, porém, por não poder permitir o acesso dos paroquianos maiores de 60 e menores de 12 anos.

Pouco a pouco as restrições foram diminuindo e a comunidade pôde, então, se reunir novamente para participar das celebrações, sempre orientada diariamente pelo Pe. Vagner quanto a manutenção do distanciamento e das medidas de autocuidado, como a utilização de máscaras, álcool-gel, medição de temperatura, entre outras.

Pe. Vagner iniciou sua homilia, saudando seus confrades Pe. Carlos e Pe. Ronaldo, que concelebraram a Eucaristia. Convidou a comunidade para participar da missa de envio missionário do Pe. Ronaldo ao Japão, no dia 27 de dezembro, na festa da Sagrada Família, às 10h.

Agradeceu a Deus pela oportunidade de estar em nossa comunidade e poder exercer o seu mister de pastor, que é cuidar das ovelhas.

Exortou os fiéis a estarem sempre alegres e instruiu que, neste tempo do Advento, a alegria é manifestada na liturgia, na cor rósea que substitui o roxo, para falar que nossa espera é uma espera alegre, pois o Senhor vem para salvar, vem para transformar vidas, vem para transformar o mundo, começando por nós!

Nosso pároco frisou que devemos nos preparar para a vinda do Senhor, buscando a renovação interior e, a partir daí, transformar o mundo. É preciso que estejamos alegres porque o Senhor vem a nós. Ele nos fortalece para enfrentar nossas dificuldades e nossas escuridões. Ele é a luz!

É importante darmos testemunho da luz em qualquer lugar em que estejamos, seja no ambiente familiar, de trabalho, de estudo ou de lazer.

Pe. Vagner, não temos dúvidas, durante todo esse ano, o senhor tem sido testemunha e dado testemunho da luz, cuidando, orientando e pastoreando as ovelhas de seu redil!

Uníssona, a comunidade agradece e roga a Deus, que assim o senhor continue e seja fortalecido em sua missão.

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