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Festa junina 2022, nosso arraiá está de volta

Alegria, alegria! Depois de 2 anos sem festa junina, devido à pandemia do corona vírus, nosso arraiá foi arrumado no melhor estilo caipira.

Montadas na área do estacionamento, as barraquinhas foram caprichosamente ornamentadas e as equipes de trabalho estavam ansiosas pelo início da festa.

Entrando em procissão, numa prática que está se tornando uma característica de nossas festas juninas, as bandeiras de São João, Santo Antônio e São Pedro foram recebidas pela comunidade, no início da celebração eucarística, e colocadas em um local de destaque ao lado do altar até o momento do levantamento dos mastros em frente ao mural verbita.

Ao final da missa, o Santíssimo Sacramento foi trasladado até o mesanino do salão de eventos, onde os adoradores permaneceram em intercessão para que tudo ocorresse em paz e sem nenhuma intercorrência.

A festa foi animada pela Banda Coisa Nossa e pela tradicional quadrilha Forrozeiros do Verbo. Além disso, no espaço Kids, foi montada uma brinquedoteca com pescaria, pula-pula, piscina de bolinhas e um grande escorregador inflável no formato de leão, que faziam a alegria da criançada. Ao lado, uma barraca estrategicamente montada, vendia Pipoca, uva e maçã do amor.

Nas barracas de alimentos foram vendidos caldos, derivados de milho, tapioca, canjica, bebidas geladas, quentão, cachorro quente, pastel, comidas típicas ( arroz carreteiro e galinhada), carne de sol, churrasquinho, camarão empanado, bolos e doces. Além dessas, também uma barraca do bazar e da evangelização.

Uma equipe foi contratada especialmente para cuidar da segurança do arraiá. Uma ambulância e uma barraca de brindes foram gentilmente disponibilizadas pelo Hospital Santa Marta, a cujos dirigentes  agradecemos pela parceria no evento. Agradecimento também a todos os que colaboraram com todas as formas de doações, sejam de tempo, trabalho,  gêneros alimentícios, sorrisos e preces, fundamentais para a realização da festa.

Enfim, após apresentar esse panorama, convidamos a todos para aproveitar o nosso arraiá verbita que continua em festa hoje e amanhã.

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Viva Santo Antônio!

Mais um ano se passou sem a tradicional festa junina da Paróquia do Verbo Divino. Festa bastante conceituada dentre as melhores da Asa Norte.

Devido à pandemia, sabiamente o nosso pároco Pe. Vagner, apoiado pelos Conselhos Administrativo e Pastoral,  decidiu que, para a segurança e preservação da saúde dos paroquianos, teremos que esperar para ter de volta toda a alegria de anos anteriores em nosso arraial.

Mas nem tudo ficou para trás! Os Santos juninos terão suas bandeiras hasteadas no jardim em frente ao monumento verbita. Hoje, para homenagear Santo Antônio,  na véspera de seu dia, um mastro, ornado com papéis coloridos e sustentando sua imagem, foi levantado numa singela cerimônia, em que a comunidade entoou com alegria a ladainha desse querido santo, que além de conhecido como casamenteiro, muito mais o foi por combater firmemente os maus costumes de sua época, sendo apelidado  como o martelo dos hereges.

Para essa festa não passar em branco, nos dias 3 e 4 de julho, no estacionamento da paróquia, será montado um sistema de vendas de deliciosas comidas típicas, no formato de drive thru e take out.

Compareça! Prestigie! Faça seu pedido antecipadamente pelo WhatsApp 98535-0006 e depois tire uma bela foto com sua família marcando em suas redes sociais #pvdunidos. Queremos assim, comemorar com todos no aconchego de cada lar!

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Festa do Padroeiro e abertura do Ano Jubilar – 16 de abril de 2021

Chegou o grande dia. A Paróquia do Verbo Divino está em festa!

Celebramos a festa de nosso padroeiro, o Verbo Divino que, originalmente, comemora-se no dia 25 de março. Este ano, porém, nossa paróquia transferiu para a primeira semana depois da Oitava da Páscoa para poder celebrá-la mais festivamente. Esta celebração marca também a abertura do Ano Jubilar Paroquial, que teve início ontem, 16 de abril, com a celebração dos 50 anos do decreto de criação da paróquia e se encerrará no dia 2 de fevereiro de 2022, com a comemoração dos 60 anos de começo da caminhada paroquial.

Não há como falar de nossa paróquia sem citar os nomes de Santo Arnaldo Janssen, fundador da Congregação do Verbo Divino e de São José Freinademetz, presbítero, da Sociedade do Verbo Divino, testemunhas autênticas de Cristo, que nos deixaram exemplos do verdadeiro espírito missionário de anunciar a palavra de Deus a todos os povos.

A Eucaristia foi presidida por nosso arcebispo Dom Paulo Cezar Costa e concelebrada pelo Pe. Djalma Antônio da Silva, svd, Diretor do Centro Cultural Missionário, da CNBB, por nosso pároco Pe. Vagner Apolinário, svd e nosso vigário Pe. Carlos Kelalu, svd, auxiliados pelos diáconos José Algaci e Raimundo Coelho.

Ao iniciar sua homilia, Dom Paulo nos falou da alegria em celebrar conosco a abertura do ano jubilar, momento bonito, momento rico da vida da paróquia. Momento de agradecermos a Deus por tudo aquilo que Ele fez, por tudo aquilo que o Seu amor misericordioso fez na história e na vida da nossa amada paróquia.

Referindo-se à liturgia do dia 25 de março, disse: Estamos celebrando a missa da anunciação do Senhor, a nossa paróquia é Paróquia do Verbo Divino e quem é o Verbo Divino? Verbo Divino é o verbo de Deus. É o próprio Filho que entrou em nossa história.

Citando o capítulo 1 do evangelho de São João, disse que o verbo que existia eternamente com Deus, num determinado momento do tempo, entrou em nossa história quando o anjo do Senhor foi a Nazaré, uma pequena e desconhecida vila, para pedir o consentimento de uma virgem.

A Primeira Leitura falou de uma virgem que deveria conceber, falou de um sinal de Deus, naquele tempo de crise e o profeta diz que o próprio Deus dará um sinal: uma virgem conceberá e dará à luz um filho.

Instruiu que o termo almah foi traduzido depois pela septuaginta por parthenos que significa virgem.

Disse que a profecia ficou aberta porque o falar de Deus não se cumpre totalmente no momento da história. O falar de Deus é sempre um falar aberto porque é um falar de salvação. Foi um sinal de Deus naquele tempo, mas a profecia tomou corpo quando uma virgem concebeu e essa virgem é Maria.

O anjo a saúda como Cheia de Graça: Salve, cheia de Graça. Maria é essa mulher totalmente agraciada por Deus, que tem um projeto para ela, que deve conceber por obra do Espírito: “O Espírito virá sobre ti, e o poder do Altíssimo te cobrirá com sua sombra. Por isso, o menino que vai nascer será chamado Santo, Filho de Deus.”. É o Verbo de Deus que entra em nossa história através de Maria, através de uma virgem concebendo e isso é obra de Deus.

Exortou-nos nosso bispo a que celebremos com alegria essa abertura do ano jubilar de nossa paroquia. 50 anos do decreto e 60 anos existência. Celebremos agradecendo pelos 60 anos que o Verbo de Deus é aqui anunciado, seguido e que foi transformando a vida de tanta gente… Somos chamados a levar para frente o Verbo de Deus e fazê-lo conhecido, amado, seguido e adorado… Celebrar esse jubileu é renovar o compromisso missionário que vai além do espaço territorial, da comunidade daqueles e daquelas que aqui se encontram e se sentem família reunida ao redor do Verbo de Deus.

Hoje, após a santa missa da manhã, todas as intenções trazidas pelos fiéis durante os dias do tríduo em preparação para a festa do padroeiro, foram queimadas no velário, em um ato  simbólico.

“Não considero a vida missionária como um sacrifício que ofereço a Deus, mas como a maior graça que Deus me poderia ter dado”. (São José Freinademetz)

“O anúncio do Evangelho é a forma mais sublime de amor ao próximo” (Santo Arnaldo Janssen)

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Segundo dia do Tríduo em preparação para a Festa do Padroeiro – 14 de abril de 2021

“Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito para que não morra todo o que nele crer.” (Jo 3, 16)

No segundo dia do Tríduo em preparação para a festa do padroeiro, a celebração foi presidida pelo Frei João Bendito F. de Araújo, OFM, reitor e pároco do Santuário São Francisco de Assis e concelebrada por nosso pároco, Pe. Vagner e por nosso vigário, Pe. Carlos, auxiliados pelos diáconos Algaci e Ari Moura.

Frei João benedito iniciou sua homilia dizendo que a festa do nosso padroeiro, com data de 25 de março, situa-se dentro do maior tempo litúrgico da igreja, que é o tempo pascal.

Neste tempo, escutaremos em vários momentos, a insistência do apóstolo Pedro, que fala em nome de toda a igreja, de que somos convidados a aderir ao mistério pascal através do batismo, da conversão e da remissão dos pecados e, ainda, diversos discursos que nos falam do amor de Deus. Este amor do Pai para com o Filho Jesus, que O tira do poder da morte com a ressurreição e Seu amor por todos nós para que também possamos fazer um caminho de vida, um caminho de ressurreição. Instruiu que já neste mundo, o modo de participarmos da ressurreição é através dos sacramentos, da conversão e da remissão dos pecados.

Sobre a liturgia de hoje, falou-nos que quando Pedro pergunta para Jesus o que receberemos por seguí-Lo. Jesus diz: nesta vida a perseguição e no futuro a vida eterna. Então, a perseguição narrada no livro dos Atos dos Apóstolos, que começamos escutar logo depois do dia de Páscoa, mostra uma igreja perseguida, como foi o seu Senhor.

Na primeira leitura, vimos o modo como Deus protege os Seus escolhidos. Durante à noite, um anjo do Senhor é enviado e liberta os apóstolos que estavam na prisão e, ao fazê-lo, Deus protege a história da salvação permitindo com esse gesto, que os apóstolos continuem com o poder de anunciar. Com essa libertação, os poderosos são surpreendidos porque acreditavam que, fazendo Jesus morrer na cruz, tinham terminado Sua história e se surpreendem porque o que aconteceu foi justamente o contrário. As autoridades têm medo do povo que começa a aderir aos apóstolos e esse medo se consolida porque vêm que estão diante de um grupo que não receia e que se alegra porque tem a possibilidade de sofrer por causa do nome de Jesus.

Jesus, no tempo de Sua vida nesta terra, o homem Jesus, antes de Sua morte e ressurreição, tinha menos discípulos do que hoje, então o sangue de Jesus é uma semente que brota. Brota na coragem dos apóstolos que antes, covardes, tinham abandonado o Senhor e depois os vemos cheios de coragem. Brota também em cada um de nós que, por causa de Sua doação, por causa do Seu amor para conosco, nos torna cristãos, permitindo que depois de séculos, estejamos aqui celebrando o mistério pascal, que é o centro da nossa fé, que é o centro de nossa vida.

Que a Virgem mãe de Deus, a mãe do Verbo Divino interceda por todos nós para que possamos viver na nossa fé, no nosso hoje, o mistério pascal e possamos ser no mundo o testemunho da vida, da paz, da luz e da fé no ressuscitado. São os votos do celebrante.

Neste 15 de abril a celebração será presidida pelo Pe. Cristiano José Soares, Pároco da Paróquia Divino Espírito Santo, com o tema: “Aquele que Deus enviou fala as palavras de Deus”. (Jo 3,34ª)

Amanhã,  16 de abril, dia em que celebraremos nosso Padroeiro e a abertura do Ano Jubilar Paroquial, com grande alegria receberemos nosso arcebispo, Dom Paulo Cezar Costa, que presidirá a Santa Eucaristia.

Participe dessa memorável festa presencialmente na nave da igreja ou pelo canal da paróquia no Youtube: paroquiaverbodivinobsb, através do link: http://bit.ly/Youtube-PVD

E, se ainda não o fez, inscreva-se, precisamos melhorar nossa transmissão e atingir, no mínimo, 1000 inscritos.

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Festa do Padroeiro e abertura do Ano Jubilar

16 de abril -Vem aí a Festa do Padroeiro e a abertura do Ano Jubilar Paroquial. 60 anos do início da caminhada paroquial e 50 anos do Decreto de criação da paróquia.

* A festa do padroeiro, neste ano, foi transferida de 25 de março para 16 de abril, em razão do tempo pascal.


Festa de Santo Arnaldo Janssen – 15 de janeiro de 2021

Com muita alegria, nossa comunidade comemorou a festa de nosso Santo Fundador, Arnaldo Janssen. Pe. Carlos iniciou a celebração falando de sua imensa satisfação, como missionário que veio de longe, em celebrar este momento na Paróquia do Verbo Divino.

Santo Arnaldo fundou em 1875, a primeira comunidade missionária para a formação de sacerdotes e irmãos, que recebeu o nome de Sociedade do Verbo Divino. Em 1889, fundou a Congregação das Missionárias Servas do Espírito Santo e, em 1896, a Congregação das Servas do Espírito Santo da Adoração Perpétua. Todas na Holanda.

Sobre a biografia de Santo Arnaldo, Pe. Carlos instruiu que ele nasceu em uma família muito simples e grande. Era um homem intelectualmente brilhante, formado, que trabalhou como professor, mas foi tocado a fundar a Congregação religiosa missionária, com a finalidade de levar o Evangelho a lugares distantes, além fronteiras. Eram tempos difíceis e sem recursos, mas sua fé, forte e firme e sua perseverança na adoração, no ler e no escutar a Palavra de Deus o animaram a perseverar nessa missão tão importante, somente com a força do Espírito Santo.

Afirmou que o sucesso de Santo Arnaldo nessa missão, se deu devido à sua intimidade com Deus, à leitura e meditação de Sua palavra. Não é possível ser verdadeiro missionário, batizado, discípulo de Jesus, sem ter intimidade com a Palavra de Deus. A Palavra de Deus, Jesus, o Verbo, habitou e está no meio de nós, está em cada coração e temos que transmiti-la às pessoas que ainda não conhecem o Evangelho e não conhecem Jesus.

Nós também, principalmente no momento que estamos vivendo, precisamos ter um relacionamento mais profundo com a Palavra de Deus para que possamos descobrir qual a missão de cada um no mundo em que vivemos. Sem o relacionamento, sem escutar e meditar a Palavra de Deus, não teremos a possibilidade de descobrir o que podemos fazer para ajudar os irmãos em Deus.

Convidou os fiéis a aprofundar mais o conhecimento da Bíblia e que não fiquem um dia sequer, sem ler e meditar a Palavra de Deus.

Exortou-nos no esforço de uma maior participação na Eucaristia e na Adoração ao Santíssimo Sacramento.  Reforçou que Santo Arnaldo não saia da Adoração e por isso tinha forças. Nós, muitas vezes, não temos essa perseverança e em qualquer dificuldade que encontramos, ficamos abalados.

Se temos Amor à Eucaristia e participamos da adoração ao Santíssimo, temos a força para levar a Eucaristia e transmitir Jesus ao próximo.

Que Santo Arnaldo interceda por todos nós, que em nossas famílias nada falte, que possamos resolver os problemas e continuar ajudando a igreja e o mundo lá fora, são os votos de Pe. Carlos, nosso vigário.

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Festa do Batismo do Senhor – 10 de janeiro de 2021

Hoje celebramos a Festa do Batismo do Senhor. Com essa festa, encerramos as solenidades do Natal e, pelo calendário litúrgico, entramos no tempo comum, com o início da vida pública de Jesus.

João Batista disse: eu vos batizei com água, mas Ele vos batizará com o Espírito Santo. Assim, no dia do nosso batizado, recebemos a água – que é a matéria do Sacramento do Batismo – e fomos ungidos com a força do Espírito Santo.

Nosso vigário, Pe. Carlos, em sua homilia, nos convidou a refletir sobre a importância que o batismo deve ter em nossa vida. Como nós assumimos o nosso papel e nossa função de batizados e batizadas em nome de Jesus Cristo.

Na 1a leitura (Is 42,1-4.6-7), Isaías nos fala do servo do Senhor e apresenta uma palavra de consolo e esperança para o povo de Deus. “Eu, o Senhor, te chamei para a justiça e te tomei pela mão; eu te formei e te constituí como o centro de aliança do povo, luz das nações, para abrires os olhos dos cegos, tirares os cativos da prisão, livrares do cárcere os que vivem nas trevas”.

Na 2ª leitura, (At 10, 34-38) ouvimos que Pedro compreendeu que Deus não faz distinção entre as pessoas. Também nós, em nossa missão, como cristãos e cristãs batizados e ungidos com o Espírito Santo, não podemos fazer essa distinção. Todos têm o direito de ser salvos. Em nossa convivência quotidiana, temos que tratar a todos igualmente e nos tornar como luz nas trevas onde acontecem divisão, desunião, brigas, falta de fé e de esperança. Frisou que não são poucas as vezes que encontramos pessoas frustradas, desanimadas, que não acreditam mais que a vida é dom gratuito que Deus nos dá. E acrescentou que, pior ainda, é que muitos cristãos católicos batizados não vivem o batismo.

No Evangelho (Mc 1,7-11) Jesus, depois de ser batizado no rio Jordão, por João Batista, ao sair da água, viu o céu se abrindo, e o Espírito, como pomba, descer sobre ele e do céu veio uma voz: “Tu és o meu Filho amado, em ti ponho meu bem-querer”.

Disse que, como cristãos e cristãs batizados e batizadas, sabemos que somos filhos amados por Deus. Se tivermos essa fé, nenhum de nós pode viver na tristeza, na desesperança, na frustração, porque quando somos ungidos por Deus, nenhum mal, nenhuma força deste mundo pode nos derrubar porque Ele nos acompanha e nos ama de verdade.

Pe. Carlos nos deixou dois recados:

1º – temos que agradecer a Deus porque somos batizados. Isso é um dom que é ofertado para todos, mas nem todos o recebem. Devemos agradecer a Ele, que nos escolheu. Neste momento em que o mundo todo está triste, nós temos a alegria de saber que Deus nos ama.

2° – Nenhum de nós foi batizado para ficar à toa. Em Seu batismo, Jesus “foi ungido por Deus com o Espírito Santo e com poder. Ele andou por toda a parte, fazendo o bem e curando a todos os que estavam dominados pelo demônio; porque Deus estava com Ele”. Temos esta fé ou não?

Se temos essa fé, podemos ter certeza de que, com a nossa presença, muitas pessoas receberão a força e a alegria. Temos que ser luz nas trevas e alegria para os que estão tristes.

O católico batizado não só participa da Santa Missa, tem que se preocupar com o que faz para o próximo, de acordo com o dom que recebeu de Deus gratuitamente.

Somos missionários que têm o dever de iluminar as trevas que estão em nossa casa, em nossa família e na sociedade em que vivemos. Que o Espírito Santo de Deus nos dê essa força para podermos assumir nossa missão.

Saiba mais:

BATISMO:
Matéria – água
Forma – “Eu te batizo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.”
Graça – Apaga o pecado original – nos torna filhos de Deus – é o nascimento espiritual.

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Celebração da Festa da Epifania do Senhor

A missa das 18h segue a liturgia dominical. Então, neste dia 2 de janeiro, celebramos a Festa da Epifania do Senhor.  Em sua homilia, Pe. Carlos nos instruiu que, liturgicamente, com essa festa, a Igreja encerra o período de Natal e inicia um tempo novo. Pela tradição, a Epifania do Senhor se dá no dia 6 de janeiro, mas no Brasil, normalmente, se comemora no domingo para que o povo possa participar. Epifania significa a manifestação do Senhor.

Na solenidade da epifania do senhor a Igreja faz o anúncio das solenidades móveis, durante o ano. O centro de todo o ano litúrgico é o tríduo pascal, que tem seu ponto mais alto no domingo da Páscoa. Dessa solenidade, derivam todas as demais celebrações do ano litúrgico. Pe. Carlos frisou a importância da participação de todos os católicos nas celebrações nas datas lidas no Anúncio da Páscoa. Disse que o anúncio é, na verdade, uma programação da vida das pessoas de fé e que não devemos marcar outros compromissos nessas datas.

  • Domingo da Páscoa – 4 de abril.
  • Cinzas, início da Quaresma – 17 de fevereiro;
  • Ascensão do Senhor – 16 de maio;
  • Pentecostes – 23 de maio;
  • 1º Domingo do Advento – 28 de novembro

Também nas festas da Santa Mãe de Deus, dos Apóstolos, dos Santos e na Comemoração dos Fiéis Defuntos, a Igreja peregrina sobre a terra proclama a Páscoa do Senhor.

Na festa da sagrada família, os pastores foram visitar o menino Jesus, o Filho de Deus que se fez carne e habitou entre Nós. Essa festa mostrou-nos A humanidade de Jesus que, sendo Deus, se fez carne, como nós. Já a festa de hoje, nos mostra a divindade de Jesus, o Salvador, que veio, não só para os Judeus, povo eleito, mas para todas as nações do mundo inteiro. No início da Santa Missa, recebemos as imagens dos 3 Reis magos, representantes da Europa, Ásia e África. É importante saber que aquele menino pobre, humilde, por eles visitado, é Deus.

Ouvindo e meditando as leituras de hoje, temos alguns pontos importantes: na 1a leitura do livro de Isaías, o nascimento do rei, do messias, em Belém, torna a cidade de Jerusalém como uma luz para todas as nações.

Na segunda leitura, Paulo revela aos Efésios que, por meio do Evangelho, os pagãos são admitidos à mesma herança, são membros do mesmo corpo e associados à mesma promessa em Jesus Cristo, reforçando assim, o mistério de que Deus nasceu não só para os Judeus, mas também para todos os pagãos. Paulo, o apóstolo dos gentios ou dos pagãos, como eleito especial, recebeu a grande graça para compreender esse mistério da salvação de todos.

No evangelho, os reis magos, na busca incessante pelo local onde deveria nascer o menino, foram ao encontro do rei Herodes, e assustaram-no, pois, ainda que sendo judeu, não sabia do nascimento de Jesus. Os sumos sacerdotes e mestres da lei disseram que seria em Belém. Eles sabiam disso intelectualmente, mas não reconheciam Seu nascimento. Nos chama muito a atenção que os magos, que não eram do povo eleito, é que anunciaram aos Judeus que o Messias já havia nascido. Herodes os orienta a voltarem com informações sobre o menino, com intenção não de adorá-Lo, e sim de matá-Lo. Mas, avisados em sonhos, voltaram por outro caminho.

Pe. Carlos fez um paralelo com essa leitura, dizendo que esse, na realidade, é o processo de nossa fé. Os reis magos não voltaram pelo mesmo caminho. O encontro verdadeiro com Jesus traz, sempre, uma mudança em nossa vida. Quem tem um encontro verdadeiro com Ele, não anda pelo mesmo caminho.

Pe. Carlos questionou se realmente encontramos o menino Jesus, se somos luz para o nosso próximo e incentivou-nos a sair além de nossa família, de nossa comunidade, de nosso país, para ir ao encontro dos irmãos que precisam de nossa ajuda.

Peçamos ao menino Jesus que nos ilumine, para que possamos viver como Seus discípulos missionários e levar a luz do Evangelho às pessoas que vivem sem esperança, sem alegria e sem paz.

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