Primeira Eucaristia e Crisma – 8 de dezembro de 2018

8 de dezembro, a catequese está em festa! Não poderíamos ser brindados com uma data melhor! No dia em que comemoramos a Imaculada Conceição de Nossa Senhora, a Rainha de todos os Santos, a primeira e maior catequista, 22 crianças de nossa comunidade receberam a Primeira Eucaristia, na missa das 10 horas, celebrada pelo nosso Pároco, Pe. Denzil Crasta, SVD

Após um necessário tempo de preparação e de terem feito sua primeira confissão, as crianças puderam enfim, ter seu primeiro encontro com Jesus Eucarístico.

Pe. Denzil exortou aos neo-comungantes a sempre buscarem Jesus: na Eucaristia, na Palavra, no Sacerdote e na comunidade reunida (missa – “Porque onde dois ou três estão reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.” (Mt 18,20))

“Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. Pois a minha carne é verdadeiramente uma comida e o meu sangue, verdadeiramente uma bebida. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele.” (Jo 6, 54-56)

Na missa das 18 horas, celebrada por Dom Valdir Mamede e concelebrada pelo nosso Pároco, Pe. Denzil Crasta, SVD, foi a vez de 31 jovens e adultos receberem o sacramento da Crisma.

Por intermédio desse Sacramento, o fiel decide-se livremente assumindo sua vida como filho de Deus.

Dom Valdir é o bispo referencial para o Vicariato Norte. Em sua homilia, afirmou aos crismandos que devemos dar frutos onde fomos plantados.

Seguindo o Rito da Crisma, Os catequistas acenderam as velas dos crismandos para que pudessem fazer a renovação das promessas do batismo.

A imposição das mãos do bispo no sacramento da Confirmação é um gesto feito desde o início da Igreja e tem como objetivo comunicar o Espírito Santo e levar o batismo à sua consumação (cf. Catecismo da Igreja Católica) e a unção com o óleo do Crisma plenifica em nós a ação do Santo Espírito.

Neste tempo especial do Advento, em que nos preparamos para a chegada do Menino Deus, um singelo presépio está sendo montado aos poucos, conforme a tradição da igreja. Dentro da pequena gruta duas pequenas imagens já compõe o cenário dessa abençoada espera: o bondoso São José e Nossa Senhora grávida, renovando assim, a nossa esperança na vinda definitiva de Jesus, nosso Salvador!

“Chegando o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um ruído, como se soprasse um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam sentados. Apareceu-lhes então uma espécie de línguas de fogo, que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Ficaram todos cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem.”  (At 2,1-4)

Confira aqui as fotos desses dois momentos especiais na vida de nossa comunidade

*Fotos da Primeira Eucaristia e Crisma cedidas pelo fotógrafo Josemar

Mutirão de confissões do Advento – Dezembro de 2018

 

 

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S. Josemaría costumava chamar à Confissão o sacramento da alegria, porque através dele se recuperam a alegria e a paz que traz a amizade com Deus, um dom que só o pecado é capaz de roubar às almas dos cristãos.

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O que é a confissão?

“O sacramento da Reconciliação é um sacramento de cura. Quando me confesso é para me curar, para curar a minha alma, o meu coração e algo de mal que cometi”.

Porquê confessar-se?

Explica o Papa Francisco que “o perdão dos nossos pecados não é algo que possamos dar a nós mesmos. Eu não posso dizer: perdoo os meus pecados. O perdão é pedido a outra pessoa e na Confissão pedimos o perdão a Jesus. O perdão não é fruto dos nossos esforços, mas uma dádiva, é um dom do Espírito Santo”.

É complicado confessar-se?

No Catecismo, a Igreja propõe-nos quatro passos para uma boa confissão

1) Exame de consciência;

2) Contrição (ou arrependimento), que inclui o propósito de não voltar a pecar;

3) Confissão;

4) Satisfação (ou cumprir a penitência).

São quatro passos que damos para poder receber o grande abraço de amor que Deus nosso Pai nos quer dar com este sacramento: “Deus espera-nos, como o pai da parábola, de braços estendidos, ainda que não o mereçamos. Não importa a nossa dívida. Como no caso do filho pródigo, apenas é preciso que abramos coração”.

Trecho copiado de https://opusdei.org/pt-pt/article/guia-breve-confissao/

 

Encerramento do IX Cerco de Jericó emociona a comunidade

Hoje, na missa das 18h, os fiéis se reuniram para celebrar Cristo Rei do Universo e a Quebra das Muralhas dos Impossíveis clamados durante o Cerco de Jericó. Padre Denzil Crasta explicou que Jesus diz que seu reino não é deste mundo num contexto em que ele está sozinho, sem a companhia de seus discípulos, em situação de fracasso diante de Pôncio Pilatos. “Vejam a resposta que Jesus dá. A realeza dos Reis deste mundo é o dinheiro, o poder, a glória, os exércitos. Mas a realeza de Jesus é a santidade, a vida, a graça. Um reino de amor e de justiça. Essa é a diferença.”

O presidente da celebração lembrou ainda que o reino de Jesus reconduz as pessoas para o Pai. Por isso, Ele estabeleceu seu reino aqui na Terra, apesar de ainda não o vivermos em plenitude. “Nós temos a missão de fazer parte desse reino, colaborar para que ele se estabeleça e que todos sejam reconduzidos ao Pai. Se não for assim, não adianta fazer 7 voltas na igreja rezando. Sejamos modestos em nossas orações e práticas”, esclareceu e pediu o padre.

Também foram apresentados os crismandos adultos deste ano, que participaram de um retiro neste final de semana. Em seguida, padre Denzil agradeceu a todos os cerquistas e ao Movimento de Adoração e Intercessão pelo IX Cerco de Jericó na Paróquia e participou da procissão das velas para queimar as intenções depositadas no cesto ao longo dos 7 dias e 7 noites de oração. “Que Deus conceda todos os nossos pedidos e abençoe as nossas famílias. Amém.”

 

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Por que Deus não nos atende?

Na madrugada de sexta para sábado foi celebrada a Missa em Ação de Graças pelo IX Cerco de Jericó na Paróquia do Verbo Divino. Com ela, encerra-se, por esse ano, as missas à meia-noite na paróquia.

Como em todas as celebrações, houve um padre diferente, dessa vez o convidado foi o pe. Eudes, que exortou todos a ofertarem com verdadeira caridade e a suplicar com perseverança: “quem não conhece a passagem de Lucas 21,1-14 que nos apresenta aquela viúva que oferta a Deus tudo o que tem com suas moedas em contrapartida aos ‘grandes’ da época que doavam aquilo que lhe sobrava? Que graça pessoas assim podem alcançar?”

Cerco de JericóTodos perceberam que, ao pedirmos algo a Deus, a súplica deve ser feita com muita fé, perseverança e ter a Ação Social concreta, mas Eudes reforçou o apelo à comunidade: “assim teremos um coração filial. Deus tem um modo pedagógico de nos educar. Ele vai à frente com os apóstolos quando uma mulher aparece suplicando a cura de seu filho de forma perseverante. Em sua infinita misericórdia, Ele atende o seu pedido e, por meio de seu filho, cura a pessoa”, disse o padre.

Explica o porquê de Deus não nos atender a qualquer súplica: “Deus poderia nos atender no 1º pedido, mas com Ele não se negocia, Deus não quer ser visto como um ‘balcão de negócios’, Entretanto, Ele disse ‘Se vós, pois, que sois maus, sabeis dar boas coisas a vossos filhos, quanto mais vosso Pai celeste dará boas coisas aos que lhe pedirem'”.

O celebrante concluiu falando que devemos pedir o Espírito Santo, que nos une e santifica, “devemos pedir a graça de saber suplicar e pedir os dons do Espírito Santo em nós”.

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Esse é o jeitinho brasileiro…

“O mundo está em paz? Será que você está em paz? Se o mundo estivesse na Paz de Cristo, certamente não estaria como está”. De forma incisiva, padre Márcio Teodoro, do Santuário Dom Bosco, deu início à Missa da Justiça e da Paz.

Na celebração foi lida a passagem que está em Mateus 5,1-12, ou seja, as bem aventuranças. O padre explicou que nesse momento Jesus senta com os seus discípulos e os encoraja para que tenhamos uma sociedade de Justiça e Paz. E sim, quando Jesus senta pra conversar é porque ele tem algo muito mais importante a dizer de modo que Ele pede a todos nós que sejamos sal e luz do mundo “porque devemos ‘iluminar’ onde passamos, por meio do Batismo, para cumprirmos a nossa vocação cristã”.

Cerco de JericóPadre Márcio lembrou São Francisco de Assis quando disse “Senhor, fazei de mim instrumento de vossa paz”, clamou a todos para que façamos a diferença na sociedade, como Francisco fez (e faz), e pediu que promovamos o bem em todos os ambientes, não apenas na Igreja! “Não devemos apenas cobrar dos governantes a paz e outras benfeitorias senão tivermos a iniciativa de fazer o mesmo. A construção de um mundo novo não começa em outro lugar senão em nossa casa. Infelizmente, o ‘jeitinho brasileiro’ toma conta de nosso país e colabora com a desonestidade, com a injustiça, com a desigualdade social e com a violência!”, disse o celebrante.

Disse, também, que, infelizmente, as pessoas só pensam em se saciar tendo um forte egocentrismo e fez memória a São Pio de Pietrelcina, santo que aceitava, veementemente, sua cruz porque ao “abraçarmos a cruz”, o mal se afasta. “Quem melhor abraçou sua cruz? Jesus Cristo. Você quer Justiça e Paz? Quer mesmo? Então abrace sua cruz para que não sejamos mais um na sociedade a repetir o sistema injusto que trás diferenças”, concluí padre Márcio.

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Este é o maior sinal de esperança para todos nós, cristãos ou não.

Na primeira hora do dia, a paróquia recebeu padre Vinícius, vigário da Paróquia Nossa Senhora da Esperança, para compartilhar sua sabedoria e abençoar a todos com um grande dom que Deus nos deixou: o da esperança.

Cerco de JericóComo afirmou, muitas vezes não vemos a esperança pois ela é uma posse antecipada daquilo que se espera. “É essencial preparar um receptáculo de esperança em nosso coração, ou seja, devemos ter em nós o temor de Deus”, afirmou Vinícius. O celebrante explicou que o temor de Deus é muito diferente do medo. Este leva a uma obediência moralista diferente do temor, “que orienta a minha vida em função de algo muito maior, nesse caso, a esperança da vida eterna”. O padre ainda lembrou aos fiéis que pensamos que não mas já vivemos a vida eterna na terra na medida em que nosso coração está direcionado às coisas do alto.

Em sintonia com o Evangelho da semana passada, ele perguntou: “por que Deus te deu uma cruz? Por que eu sofro? É por que Deus está ausente? Não meus irmãos, Deus te deu a sua cruz porque ela é o seu trunfo, ela é o catalisador da vida eterna, ela é sua fonte de santidade, é a forma de você se aproximar do divino e de alcançar a vida eterna. Jesus Cristo ressuscitou pela cruz de modo que o sofrimento nunca será capaz de te destruir”, conclui.

Ao final, a comunidade fez uma singela homenagem ao padre Vinícius e foi dada continuidade à adoração.

 

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Padre da Canção Nova celebra Missa na paróquia.

Hoje a Missa da Meia-Noite teve a participação de um padre muito conhecido em Brasília e no Brasil. Ele pertence à Comunidade Canção Nova. Seu nome? Gilberto. E outra comunidade, a do Verbo Divino, teve a honra de recebê-lo e ouvir uma mensagem muito interessante e relacionada à benção do dia, a Benção do Perdão.

“Ele vos vivificou, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais outrora andastes, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, (…) fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como também os demais”. Efésios 2:1-3. Dessa forma, padre Gilberto conclamou a todos a ter um encontro com Jesus Cristo, ou seja, ter uma vida nova porque somente com Ele rompemos com o pecado: “em nosso coração deve ter uma inconformidade com aquilo que é mau. Quem está com Deus, percebe o mal”, afirmou o celebrante.

Deixou bem claro a todos que quem está com Deus de verdade, lutará com todas as suas forças para fazer o que é certo. “De nada adianta estar na Igreja se eu não tirar o que é mal da minha vida. Muitos sabem que estão no caminho errado, mas ali continuam. Para estar com Jesus, se for preciso, devemos mudar nossos hábitos, nossas atitudes e até nossas companhias”, disse padre Gilberto.

Concluindo a homília, pediu para que todos façam essa experiência de vida nova, de perdoar para ser perdoado, que é a própria Misericórdia Divina. ” ‘Quem dentre vós não tiver pecado, atire a primeira pedra! (Jo 8,1-11)’. Por isso devemos ter misericórdia para com os outros, e quanto mais me converto, mais misericórdia eu tenho em meu coração. E aquele que muito perdoa é aquele que muito tem amor”.

Ao final da celebração, houve a Benção do Perdão e a aspersão de água, momento de alegria, descontração e graça!

 

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Missa da Alegria: padre Diniz diz qual o segredo da felicidade.

“Alegrai-vos sempre no Senhor. Repito: alegrai-vos!” (Filipenses 4:4). Com esse espírito de alegria, padre Diniz, da Comunidade Obra de Maria, celebrou no início da manhã de hoje a Missa com a Benção da Alegria.

Cerco de JericóEm um momento muito alegre, como não poderia deixar de ser, Diniz disse que a alegria é fruto do Espírito Santo e que devemos nos alegrar mesmo nas perseguições e quando não tivermos mais forças.  “A alegria deve transbordar de nossos corações, independente das pessoas. Muitas vezes esperamos que elas sejam um modelo de tudo, inclusive de alegria, quando, então, nos decepcionamos porque queremos vê-las sempre alegres. Assim, queridos irmãos, não devemos depositar a nossa alegria nas coisas, nas pessoas, mas sim em Jesus Cristo. Onde colocamos a nossa alegria? Devemos nos desprender”.

Padre Diniz nos convidou a sermos serenos e perseverantes porque em São João, 16, tudo fica claro: “Referi-vos essas coisas para que tenhais a paz em mim. No mundo haveis de ter aflições. Coragem! Eu venci o mundo.” O celebrante reforçou que todos devem se alegrar nos momentos difíceis, na dor, porque essa é vontade do Senhor, esse é o grande desafio.

Ao final ele explicou porque algumas pessoas não alcançam a felicidade: “quem vive fazendo fofocas, tendo sentimentos como o ciúmes, a inveja, quem faz a intriga não é feliz. E mais, quem só fica falando de coisas ruins o dia inteiro, repetindo a mesma história, não tem como ser feliz, e só atrairá pessoas infelizes para o seu lado”.

 

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“”Vinde a mim vós todos que estais cansados”

Ao iniciar o dia, foi celebrada a Missa da Saúde, em continuidade ao 2º dia do Cerco de Jericó. Desta vez, a paróquia recebeu de braços abertos o padre Cristiano da Paróquia Divino Espírito Santo.

Cerco de Jericó“Vamos entendendo o que é amor de Deus quando mergulhamos em seu amor e entendemos mais de sua Misericórdia”, disse o padre. Sabemos que o amor cura, por isso o celebrante enfatizou como Jesus vem ao encontro daqueles que o procuram com confiança e, claro, com amor: “Ele me alcança aqui e hoje para que eu responda amando. E quem melhor respondeu ao chamado do amor senão Ele na cruz”.

Mas amar não é fácil, então Cristiano disse a todos que estavam presentes que muitas vezes é mais fácil amar do que deixar ser amado. “A doença é essa ocasião de reflexão em que permito que o próximo me ame”. Com isso, todos amadurecemos e nos unimos a Deus quando não rejeitamos o sofrimento, “e isso nos aproxima do amor e nos cura”.

O padre pediu aos presentes e cerquistas que amem e aceitem ser amados porque assim “Cristo se sentirá mais amado por todos nós”.

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