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Fim do Cerco de Jericó e um pedido especial

Na noite de hoje (24) findou-se mais um Cerco de Jericó, o X, e já se tornou marca registrada da Paróquia do Verbo Divino. Para celebrar esse momento tão grandioso, a comunidade se reuniu para a Missa de Encerramento e encheu a igreja em plena terça-feira.

O pároco, padre Denzil Crasta, iniciou a cerimônia pedindo a todos a gratidão por esses 7 dias de muita oração e contemplação. Após isso, procedeu a benção individual, com o Santissimo, a todos os presentes.

Prosseguindo, o celebrante propôs uma reflexão a partir da 1ª leitura que apresentou a edificação do Templo de Jerusalém por aqueles que buscam a Deus, por aqueles que querem ser obedientes.

Já a partir do Evangelho, Crasta disse que, “para Jesus, todos aqueles que ouvem e poem em prática a sua palavra são seus irmãos e sua mãe. Esse mandamento se aplica a todos nós que nos esforçamos para colocar a Palavra de Deus em prática. Todos querem estar na casa de Deus, e Jesus nos quer sempre nesta casa edificando a igreja e tendo gestos concretos que levem à salvação. Como missionários, devemos propagar essas palavras de vida eterna”.

Ainda lembrou que a 1ª leitura e o Evangelho vão totalmente ao encontro do Cerco de Jericó porque foram 7 dias de adoração colocando a palavra do Senhor em prática, edificando a Igreja: “sim, temos que nos orgulhar da Palavra de hoje. Continuemos adorando para sermos autênticos cristãos que constroem a casa de Deus na terra. E que essa Eucaristia renove as nossas vidas no seguimento de Jesus Cristo”, concluiu o padre.

E finalizou a homilia lembrando os horários de adoração na paróquia, pedindo que esses momentos não terminem com a Missa de Encerramento:

  • Segundas, quartas e sextas-feiras, após a Missa das 6h30 até as 11h45, adoração silenciosa, na Capela e às quintas-feiras, após a Missa das 19h, na nave da Igreja.
  • Toda primeira sexta-feira do mês, após a Missa das 6h30 até as 18h50.

Ao final da Santa Missa, o pároco apresentou quem irá substituí-lo em sua provisória ausência, o padre Bernardo, e pediu muitas orações ao vigário, padre Francisco.

Como não podia ser diferente, a comunidade dirigiu-se à gruta de Nossa Senhora. Ao lado, todas as intenções foram queimadas e levadas ao céu. “As coisas antigas já se passaram, somos nascidos de novo. Aleluia!”

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Benção sobre Benção, assim foi a 7ª Missa da Meia-Noite

Na última Missa da Meia-Noite do X Cerco de Jericó na paróquia, a pergunta feita pelo celebrante foi: “Qual o muro que você quer que o Senhor derrube”? Conduzida pelo padre Geraldo, a celebração da Benção Para Todas as Graças teve um proposta de refletir no o que seria uma benção para nós. O pároco da Paróquia Nossa Senhora da Esperança disse: “Todos sabemos que na história o muro foi derrubado, mas esse tempo passou e hoje temos outras realidades que precisam ser superadas, e que somente serão por intermédio da oração. E devemos perseverar em nossas preces para percebermos a virtude da esperança, que Deus destrói a morte, o pecado e derruba os muros”.

Cerco de JericóMas o que o verdadeiro cristão deve pedir? Geraldo disse: “O que precisamos é do Espírito Santo, por isso peçamos por essa unção. Infelizmente nossas preces são direcionadas somente ao que nos dá satisfação, e não a vida eterna. Somente o Espírito Santo nos retira da escravidão e nos cumula de graças: ‘dai, e vos será dado. Será colocada em vosso regaço medida boa, cheia, recalcada e transbordante, porque, com a mesma medida que medirdes, sereis medidos vós também'” (Lucas 6:38).

O celebrante deixou bem claro que muitos desanimam ainda no meio do caminho, não esperam pelo momento certo para que possam celebrar a queda de suas muralhas. Assim, concluiu: “Deus nos chama para combater as murmurações, porque é Ele que nos dá o verdadeiro pão. Coragem, não desanimem, sigam firme na caminhada”.

Após este forte momento e bençãos derramadas, o padre aspergiu água benta sobre os que lá estiveram.

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Justiça, Misericórdia e Paz: momento de reflexão…

Era 0h quando iniciou-se a Missa da Justiça e da Paz, celebrada pelo padre Xavier. Em um tom realista, o celebrante explicou que mesmo os que promovem a guerra, a violência, buscam a justiça por ser um anseio próprio do ser humano.

À luz da Palavra de Deus, Xavier buscou esclarecer o conflito que há entre justiça e Misericórdia: “Nas bem aventuranças, encontramos que ‘Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados!, Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia!’ Sabemos que ser justo é dar aquilo que a pessoa merece, ao contrário da misericórdia. Como entender que Deus, então, é justo e misericordioso?”

Cerco de JericóAo encontro da última Missa, o celebrante enfatizou que sempre receberemos o que é justo da parte de Deus porque tudo o que Ele faz é bom para nós. “Deus tem os melhores critérios para aplicar a justiça de modo que Ele sabe dosar a aplicação das penas, tendo, então, a Misericórdia. Não se preocupem, Ele sabe o que faz, na realidade, como sempre, o problema, o conflito, está em nós que ora queremos justiça, ora queremos Misericórdia”.

Padre Xavier fundamentou muito bem a relação entre a Misericórdia e o perdão mostrando que todos temos direito a errar e o que o Senhor, sempre justo, mas sabendo de nossas fraquezas, oferece o perdão pelas nossas faltas, oferece a Misericórdia Divina, tendo em vista que não se quer mais cair nos mesmos erros. Por isso, a justiça refere-se ao passado e a Misericórdia, ao futuro.

“O que parece ser conflituoso, então, não é e coexiste muito bem porque o nosso Deus é um Deus da paz, e essa paz não existirá senão houver o perdão, senão houver a Misericórdia.  SOMENTE o perdão reestabelece a paz, e nada mais! Portanto, meus irmãos, dar o perdão é ter Misericórdia para alcançar a paz, mesmo que ocorram as injustiças no passado”.

Ao final, houve uma oração pela Justiça e pela Paz no mundo, e uma outra contra violência. Os presentes receberam uma benção especial por meio da aspersão da água.

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Padre da Canção Nova faz um chamado de esperança à comunidade

Na madrugada de sábado para domingo, o sacerdote da Canção Nova, padre Antônio Xavier Batista, mais conhecido como padre Xavier, presentou a comunidade com uma mensagem de esperança, de confiar em Deus. Iniciou lembrando o que falou o apóstolo Paulo: “Se Deus é por nós, quem será contra nós?”Romanos 8:31.

Cerco de Jericó“Não devemos nunca perder as esperanças, o temor pode nos conduzir à escravidão, e quando somos escravos de alguma coisa, essa coisa torna-se senhor da gente. Devemos, sim, temer o que é capaz de destruir”, disse o celebrante. Explicou que a limitação humana conduz à espera, como quem espera para ser atendido por alguém, contando minuto a minuto até chegar a sua vez. Xavier disse aos presentes que a espera de Deus é diferente, é a esperança real porque é uma confiança depositada em Deus. E quando se tem essa confiança, o que se espera pode ou não acontecer, não importa, seja lá o que for, será bom!

“Neste Cerco de Jericó coloquemos nossos corações diante do Senhor porque Ele responderá da forma correta, Ele dará o melhor, melhor do que seríamos capazes de pedir. Não devemos nos desesperar, devemos esperar o tempo de Deus”, concluiu.

Ao final, padre Xavier rezou uma forte oração sobre a esperança e abençoou a todos com a aspersão da água.

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Reavivados pelo perdão de Deus na Missa da Meia-Noite

A 4ª Missa Extraordinária da Meia-Noite foi celebrada pelo padre João Henrique e teve como tema e benção, o perdão. O sacerdote explanou de forma consistente como a Misericórdia Divina é infinita em face dos pecados da humanidade e disse: “A Igreja nasce do perdão, e o Novo Testamento nos deixa claro tudo isso quando o Cordeiro, sem pecado, foi imolado. Estamos falando da Páscoa, quando Jesus Cristo nos salvou porque estávamos perdidos”. Lembrou a todos do Salmo 50 que demonstra toda a disposição de Deus em perdoar sem sacrifícios e holocaustos: “Deus, ó Deus, meu salvador, livrai-me da pena desse sangue derramado, e a vossa misericórdia a minha língua exaltará.”

Cerco de JericóO celebrante também destacou que os critérios de julgamento de Deus são diferentes do dos homens. “Muitas vezes as pessoas chegam até a Igreja com o peso de seus pecados, se auto-acusando da forma que o inimigo de Deus deseja. Como a pecadora caída, devemos ser humildes perante o Cordeiro de Deus e clamar pelo perdão. E nunca esquecer: aquele a quem muito foi perdoado, deve muito perdoar, acolher e demonstrar o amor, seja na família, na comunidade, no trabalho…Estamos, de fato, fazendo isso?”, concluiu.

Ao final, houve a Benção do Perdão e a aspersão da água.

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